30/06/2016

Dia 3


30 junho 2016 5ªf 56,0 kg

0830 - hoje comecei mal; comi um croissant ao pequeno-almoço porque não me apeteceu fazer ovos...

1100 - e continuou mal... pensei, já que comecei mal, vamos lá comer um palmier coberto... mas foi bom para confirmar que estas comidas não fazem nada bem aos intestinos; senti-me inchada a manhã toda e os intestinos, que funcionam sempre bem, fizeram greve...

1200 - depois da desgraça da manhã, o linguado grelhado com batatinha assada e salada soube-me muito bem!

1930 - cheguei a casa a esta hora, o J. também chegou tarde e comprou-me um bacalhau com natas congelado: adoro bacalhau com natas! O pior é que ainda comi 2 fatias (pequenas) da pizza dele... e um quadradinho de chocolate preto.

Depois do jantar, 45 minutos de caminhada.

29/06/2016

Dia 2

Vamos ver onde estará a bolinha no final de julho...

28 junho 2016 3ªf 56,0 kg

0900 - omelete (2 ovos), 1 fatia de melão, mão cheia de cerejas (faltou o abacate...)

1230 - 3 carapaus assados, 1 batata cozida, salada montanheira (e não comi chocolate depois do almoço!!)

1630 - fatia de melão

1800 - fui ao supermercado e comprei chocolate - 3 chocolates da Regina; sim, comi os 3 (são tão pequeninos... decidi que vou-me deixar de chocolate preto e uma vez por outra, quando for o supermercado, posso comprar um chocolatinho a sério para me deliciar

1930 - jantar fora: prato de conquilhas, bocadinho de carne de porco à portuguesa com 3 ou 4 batatas fritas (mas não toquei no pão!!)


45 min caminhada depois do jantar

28/06/2016

Dia 1 - Agora é que é!

27 junho 2016, 2ªf 56,8 kg

0800 - o resto dos brownies de chocolate ao pequeno-almoço (foram só 2 ou 3 quadradinhos)

1230 - salada de alface, frango, ovo cozido, tomate; salada de fruto; 1 quadrado de chocolate preto 70% cacau

1730 - omelete (2 ovos), fatia de melão, mão cheia de cerejas, 1 abacate

2300 - fatia de melão

20 min yoga à tarde (sobretudo treino de força)
45 min caminhada

27/06/2016

Ready, set, go! Again...

Foi há cerca de 1 ano que me decidi, mesmo, a perder os kilos a mais. No meu caso não eram muitos... um pneuzinho aqui, outro ali, mas nada de especial. Apesar de ser bastante ativa fisicamente, também gosto de comer - e esse era o problema. Em julho entrei de férias e embarquei na dieta. Não foi bem uma dieta, mas sim fazer escolhas mais acertadas. Resultado? 3 kilos a menos.
Em agosto perdi mais um pouco, fui mantendo, mas no inverno ganhei novamente uns 2 kilos... Foi o stress. O stress do trabalho e, sobretudo, das aulas de psicologia.

Agora tenho as férias novamente à porta. O meu peso? Ando nos 56 kg (esta manhã tinha 56,8 kg, mas ontem ao jantar enchi-me de camarões, pão, chouriça assada e queijo, e quando como assim, peso sempre mais no dia seguinte...). Sei que consigo perder facilmente, mas a motivação não tem sido muita. Em maio tentei fazer um Whole30, consegui durante 5 dias e perdi 1 kg. O Whole30 é um programa de reset total, que tem como objetivo, não a perda de peso, mas sim descobrir alergias alimentares e melhorar problemas de saúde; a perda de peso é um bónus, mas não é esse o objetivo; basicamente, é uma dieta paleo para ser levada bastante a sério durante 30 dias; há um livro em português baseado no Whole30 original, o 30 dias para mudar de vida, detox paleo).

Depois arranjei uma lesão num músculo das costas, tive que parar com o yoga e toda a atividade física e fiquei... chateada e desmotivada... Agora estou melhor, ando a fazer fisioterapia e já voltei a praticar yoga. Mas foram umas semanas que não quero repetir...

Dizer não ao chocolate é o que mais me custa. Sei que tenho um problema. Sei que sou viciada em cacau e possivelmente em açúcar também. E este mês quero mesmo acabar com estes vícios. 

Portanto, hoje (re)começo. A minha alimentação já é bastante limpa; geralmente não como cereais nem pseudo-cereais, leguminosas, laticínios, nem açúcares (excepto chocolate...). Sigo uma alimentação paleo e sinto-me bem assim, sem barriga inchada, sem picos de açúcar no sangue, sem fome a meio das refeições. Quero fazer isto a sério para me livrar do vício do chocolate. A perda de peso que vier, será bem vinda. Vou pesar-me diariamente durante esta semana, mas quando for de férias, na sexta-feira, não vou levar a balança. Como disse, o meu grande objetivo é acabar com o vício, não perder peso.

Portanto, tal como o ano passado, partilharei diariamente aqui no blog o que como... É uma forma de prestar contas que, para mim, resulta!

19/06/2016

Os mitos que comemos



É o título do livro de Pedro Carvalho, nutricionista. Ao passar pelo livro no supermercado, gostei da capa e das questões: Qual a melhor dieta? Um ovo por dia é demais? Leite: sim ou não? Comprei o livro e devorei-o enquanto Portugal jogava contra a Islândia.

Este livro tem, ao contrário da maioria dos livros sobre alimentação e dietas, uma coisa que eu, como cientista, valorizo muito - referências bibliográficas. O que o Pedro escreve está devidamente suportado por centenas de estudos científicos. 

Depois, pareceu-me ser uma pessoa com muito bom senso. Do estilo, se tolera bem o leite de vaca e o bebe moderadamente, continue. Em relação ao glúten, não precisa ser radical, mas quanto menos melhor. Ou ainda, coma fruta na altura em que lhe sabe melhor.  E a minha preferida: o chocolate é algo demasiado precioso para passar a vida a resistir-lhe, por isso, se gostar faça por comê-lo todos os dias mas em quantidades muito moderadas.

Ou seja, bom senso, moderação, fazer escolhas mais saudáveis. Nada de fundamentalismos nem radicalismos.

O livro está dividido em várias partes. Para começar, o Pedro escreve sucintamente sobre os principais nutrientes (proteínas, gorduras e hidratos de carbono) e depois analisa algumas dietas famosas. Fiquei feliz por ler mais uma vez acerca dos benefícios de uma alimentação paleo e gostei que ele referisse várias vezes que carnes vermelhas não é o mesmo que carnes processadas (porque há quem ponha tudo no mesmo saco). 

Depois, um capítulo dedicado ao leite e ao glúten. Em Portugal estima-se que a intolerância à lactose seja de 40%, bastante menor que os valores a nível mundial; portanto, se gostas de leite e não te faz mal, bebe à vontade mas sem exageros. Gosto desta abordagem. O mesmo em relação ao glúten: se conseguires passar sem pão, melhor ainda, mas se gostas mesmo do pãozinho ao pequeno-almoço, não faz assim tão mal quanto isso.

De seguida, os mitos clássicos. A investigação científica mostra que não há nenhuma relação entre o açúcar e comportamentos hiperativos (embora o açúcar e as outras coisas lá misturadas façam mal a outras coisas, claro), os suplementos vitamínicos não abrem o apetite, pode-se comer fruta e beber água sempre que nos apetecer, antes, durante e depois das refeições, os testes de intolerância alimentar não têm qualquer suporte científico, e, outra das minhas preferidas, não é por comer menos ovos que o colesterol vai baixar (não são as gorduras saturadas dos alimentos de origem animal os grandes culpados, mas sim gorduras trans, açúcares e cereais refinados - enchidos, fritos, salgados, bolachas, e coisas dessas).

Por fim, uma capítulo dedicado ao novos super-alimentos - será que são mesmo super ou banha da cobra? Por exemplo, da próxima vez que estiver no hipermercado, em vez de ir ao corredor das bagas goji, experimente ir ao das nossas amoras, mirtilos e morangos. As sementes de chia são interessantes, mas não virá mal ao mundo se não as ingerir diariamente.  Há uma série de cereais que agora estão na moda e que são vistos como super alimentos mas apenas por serem diferentes, como o bulgur, o couscous e o millet. Na verdade, são apenas versões mais caras do arroz, esparguete e batata... E o Pedro dá-nos uma tabela com a composição nutricional de várias fontes de hidratos de carbono e... super alimento é mesmo a batata-doce!

Concluindo, gostei do livro. Gosto destas abordagens que primam pelo bom senso e pelo suporte científico, ao contrário daquelas que proibem a ingestão de fruta mas permitem salsichas e presunto... Por isso, se queres tirar algumas dúvidas em relação a estes mitos que estão tão enraizados na nossa cabeça, este livro é excelente!


02/06/2016

Minimalismo na LuxWoman

Só agora consegui ver a entrevista que me fizeram o ano passado, sobre minimalismo, claro.

Está fixe! (tirando o pormenor da minha idade... tenho 36, não 38 anos!! sou muito sensível a estas coisas...) :)

Podes ler aqui. (obrigada, Marta, pelo link!)





Há meio ano que não mudo o meu sistema de organização!!

No passado escrevi muito sobre agendas e como organizo as coisas que tenho a fazer... Ao longo dos últimos 4-5 anos experimentei sistemas diferentes, softwares, agendas em papel, fiz umas, comprei outras, voltei ao digital... sempre na tentativa de encontrar o que melhor se adequa a mim, à minha vida neste momento, às minhas necessidades.

Sou conhecida por mudar com frequência os sistemas. A cada 2-3 meses, lá estava eu a experimentar uma coisa nova. Mas apercebi-me que uso a mesma agenda e o mesmo sistema desde o início deste ano; se o uso há tanto tempo, então é porque parece que funciona!

Mas qual é este maravilho sistema? Muito simples:

> Agenda em papel tamanho A6 (1 dia por página)

Quando a comprei, fiquei com muitas dúvidas por causa do tamanho. A6 parecia-me pequeno demais para todos os meus afazeres... Mas tem funcionado! Percebi que não dava ter uma parte para as coisas com hora marcada e outra parte com as coisas a fazer (como aqui ou aqui); preciso de ter tudo junto para perceber quando é que posso fazer as diferentes tarefas, sobretudo agora que tenho aulas e tenho que encaixar as coisas nos buracos.



Esta agenda tem um dia por página e as horas marcadas. Aponto os compromissos com hora marcada, como aulas e reuniões, e nos espaços livres aponto as tarefas que tenho para fazer. Tem funcionado muito bem! Há uns meses pensei trocar esta agenda por uma igual mas maior, tamanho A5, mas não me parece necessário... Tenho treinado a escrita com letra mais pequena...

> Google Calendar

Continuo a ser completamente dependente do GCal. Uso-o mais ou menos como descrevi aqui. No início de cada semana passo o que tenho marcado no GCal para a agenda, e estão os dois sempre sicronizados.

> Workflowy

Este programa continua a ser o meu preferido para organizar projetos e listas de coisas a fazer. Falei sobre ele aqui.


É um sistema bastante simples - mas tem funcionado muito bem!





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...