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22/05/2017

Sobre a auto-disciplina (e o dinheiro deitado à rua com coisas que não faço)

As pessoas que me conhecem pessoalmente ou apenas virtualmente tendem a acreditar que eu sou muito disciplinada.

Em parte, é verdade. Sou disciplinada. Quando me proponho fazer coisas, faço. A nível académico isso é evidente: uma licenciatura, um mestrado, um doutoramento, uma segunda licenciatura prestes a terminar, um segundo doutoramento em curso e um candidatura a um segundo mestrado para breve. Se não fosse disciplinada, provavelmente isto não teria corrido assim. Também fiz outros cursos, formações, workshops, sempre com resultados positivos. O curso de instrutora de yoga é um exemplo. Agora estou a fazer a certificação em Primal Health Coach, que tem estado parada por causa de outras coisas, mas vai ser finalizada em julho ou agosto. Projetos, artigos, coisas sérias, relacionadas com o trabalho, são sempre feitas. Portanto, sim, acho que sou disciplinada.

Mas... 

Noutras coisas não sou. Certas coisas não consigo terminar. Muitas delas nem começo. Ou faço apenas durante 1 ou 2 dias e depois desisto. Para onde foi a minha auto-disciplina?

E do que é que estou a falar?

Muito simples. De todos os programas de treino/dietas/desenvolvimento pessoal que já experimentei...

Vou fazer um apanhado para ficarmos mais esclarecidos. 

Este foi o primeiro dvd de exercício físico que comprei, pouco antes de ter o meu segundo filho, com o objetivo de seguir o dvd para voltar à boa forma física. 


Acho que fiz uma ou duas vezes e desisti. Aliás, lembro-me que 1 mês depois da criança nascer, voltei para o ginásio e esqueci o dvd.

Mais tarde, comprei estes dois:



O dvd de alongamentos acho que nunca fiz todo. O dos abdominais até gosto e às vezes ainda faço alguns treinos.

Em 2011, inspirada pelo seu trabalho no The Biggest Loser, comprei este livro da Jillian Michaels.


Li-o, mas nunca fiz nada do que lá está escrito.

Em 2012, quando parti o pé a jogar ténis, comprei um dvd da Jillian, porque seria mais fácil de seguir que um livro. Comecei e recomecei várias vezes, até gosto do dvd, mas nunca fiz mais de 2 semanas seguidas (o programa é de 4 semanas).


Entretanto comecei a praticar yoga e aí sim, sou muito mais consistente, mas não tanto como gostaria...

As minhas compras de programas de treino continuaram, mas entretant rendi-me ao formato digital.

O ano passado comprei este programa de treino HIIT com pilates, o PIIT28:


Fiz só o primeiro dia e não peguei mais nele.

Este ano comprei o BodyBoss Method:


Fiz o primeiro exercício do primeiro dia. E decidi que não queria fazer mais.

Os livros/programas que comprei em formato kindle ou pdf são inúmeros...
Aqui ficam alguns exemplos:








Não completei nenhum dos programas. Geralmente nem passo da primeira semana.

O que é que isto diz acerca de mim?

Obviamente não sou tão disciplinada como pareço. Ou então gasto toda a minha força de vontade numas coisas e fico sem força para outras...

Mas nem tudo é mau!! Há coisas que faço e acho viciantes! A natação é um exemplo. Desde que voltei a nadar, em dezembro, que estou completamente rendida! Adoro, adoro, adoro!! Vou sempre às aulas, mesmo quando estou cansada ou não me apetece, e nado! Nado, esforço-me e não desisto (o professor e os colegas também contam bastante).
Quando pratico ashtanga com os meus professores Tarik e Lea também parece uma coisa do outro mundo! Da última vez até fiquei mal disposta com o esforço que fiz - mas que bem que sabe depois!

Numas coisas sou bastante disciplinada, de facto. Quando pago propinas e é importante para a minha carreira (como a universidade) ou quando tenho pessoas a olhar para/por mim (como os professores de yoga e natação), aí faço tudo direitinho!

Mas quando estou sozinha no meu canto... é para esquecer. Não tenho força de vontade suficiente. Ou, simplesmente, os programas não são bem o meu estilo, tal como o ginásio, as aulas de grupo, onde nunca vou de forma consistente, porque me aborrece.

(agora que pus no papel alguns dos programas e livros onde já gastei dinheiro e comecei a fazer contas de somar por alto... estou a ficar traumatizada com o dinheiro que já deitei à rua nestas coisas... é melhor este post ficar por aqui...)

;) ;)


16/12/2016

Fui para a natação



Em miúda fiz muito desporto... Natação foi um deles. Andava no Sporting, nas piscinas do Campo Grande. Aprendi os 3 estilos, comecei a aprender mariposa, mas depois pedi para voltar para a classe anterior para estar com a minha amiga Sara - e por isso, nunca aprendi a nadar mariposa. Quando vi para a Universidade, ainda andei uns tempos nas aulas de natação nas piscinas de Loulé. Quando abriram as piscinas cobertas em Faro, ia de vez em quando lá nadar. Quando os meus filhos começaram com as aulas de natação, aproveitava e nadava também. Nunca era grande coisa, claro. Meia dúzia de piscinas, devagar e a descansar muito pelo meio.

Já há uns quantos anos que não nadava a sério. Este verão decidi que a natação é, provavelmente, o melhor desporto para mim. Não tenho que lidar com outras pessoas, não há música horrorosa aos altos berros, não sinto o suor a escorrer pela cara, e tenho aquela sensação incrível de liberdade que só a água proporciona. Para não falar do impacto mínimo nas articulações, que já são massacradas com o yoga.

As piscinas de Faro andaram em obras e reabriram em novembro. Com as frequências e o stress todo, só esta semana fui fazer o teste de aferição e pelos vistos nado melhor do que pensava, porque me puseram na classe de aperfeiçoamento, a mais avançada. Hoje à hora de almoço tive a primeira aula.

Aaaaahhhhhhh!!!!!!!!! Sim, nado melhor e tenho mais resistência do que pensava. Fizemos saltos e nisso até sou relativamente boa. Acho que nadei um total de 24 piscinas, nos 3 estilos, o que para quem não nadava a sério há muitos anos, foi um milagre... Por mais preparação física que uma pessoa tenha por causa de outros desportos, não é suficiente para a natação. Ao fim de de 3 ou 4 piscinas, já me doíam os peitorais e as pernas. Continuei, fiz tudo, aldrabei um pouco no fim de cada piscina... Mas nadei. Tomei atenção aos reparos do professor, tirei dúvidas, tentei melhorar a técnica. O professor disse que na segunda semana toda a gente quer desistir, mas que as coisas melhoram a partir da terceira, e depois já não querem outra coisa. 

Espero mesmo que isso aconteça comigo. Eu gosto de nadar. E os outros desportos que tenho experimentado têm sempre coisas que me fazem desistir... Por exemplo, apesar de gostar de power jump, de spinning, e de algumas outras aulas de ginásio, não suporto a música e os gritinhos. Gostei de quase tudo no crossfit, mas não da filosofia que o professor é que sabe; e infelizmente, não gosto nada da parte do halterofilismo... nem de ficar toda suja, suada, cheia de magnésio nas mãos e na roupa e até na cara (lembrou-me os tempos de ginástica acrobática).

Quero nadar. Agora quero mesmo nadar. Não quero mais andar a saltitar de desporto em desporto, de ginásio em ginásio. O bom de fazer isso, de ir experimentando, é que cada vez conheço-me melhor e sei o que gosto e o que não gosto.

Gosto de yoga - ashtanga yoga, vinyasa flow, estilos mais atléticos de yoga (se bem que uma prática yin ou restaurativa sabe e faz muito bem de vez em quando). Gosto de treino calisténico, trabalhar o corpo com o seu próprio peso - elevações, flexões, agachamentos, coisas dessas, que também se usam muito no yoga. Gosto de andar a pé e de bicicleta, mas como meio de transporte e para passear. Em vez de ir de carro, ir a pé. Em vez de passear ao fim de semana com a família de carro, passear de bicicleta. 

E gosto de nadar. Espero mesmo que este seja o início de uma duradoura paixão...

E tu? Se andas na natação, se começaste ou recomeçaste, conta-me a tua experiência!



19/06/2016

Os mitos que comemos



É o título do livro de Pedro Carvalho, nutricionista. Ao passar pelo livro no supermercado, gostei da capa e das questões: Qual a melhor dieta? Um ovo por dia é demais? Leite: sim ou não? Comprei o livro e devorei-o enquanto Portugal jogava contra a Islândia.

Este livro tem, ao contrário da maioria dos livros sobre alimentação e dietas, uma coisa que eu, como cientista, valorizo muito - referências bibliográficas. O que o Pedro escreve está devidamente suportado por centenas de estudos científicos. 

Depois, pareceu-me ser uma pessoa com muito bom senso. Do estilo, se tolera bem o leite de vaca e o bebe moderadamente, continue. Em relação ao glúten, não precisa ser radical, mas quanto menos melhor. Ou ainda, coma fruta na altura em que lhe sabe melhor.  E a minha preferida: o chocolate é algo demasiado precioso para passar a vida a resistir-lhe, por isso, se gostar faça por comê-lo todos os dias mas em quantidades muito moderadas.

Ou seja, bom senso, moderação, fazer escolhas mais saudáveis. Nada de fundamentalismos nem radicalismos.

O livro está dividido em várias partes. Para começar, o Pedro escreve sucintamente sobre os principais nutrientes (proteínas, gorduras e hidratos de carbono) e depois analisa algumas dietas famosas. Fiquei feliz por ler mais uma vez acerca dos benefícios de uma alimentação paleo e gostei que ele referisse várias vezes que carnes vermelhas não é o mesmo que carnes processadas (porque há quem ponha tudo no mesmo saco). 

Depois, um capítulo dedicado ao leite e ao glúten. Em Portugal estima-se que a intolerância à lactose seja de 40%, bastante menor que os valores a nível mundial; portanto, se gostas de leite e não te faz mal, bebe à vontade mas sem exageros. Gosto desta abordagem. O mesmo em relação ao glúten: se conseguires passar sem pão, melhor ainda, mas se gostas mesmo do pãozinho ao pequeno-almoço, não faz assim tão mal quanto isso.

De seguida, os mitos clássicos. A investigação científica mostra que não há nenhuma relação entre o açúcar e comportamentos hiperativos (embora o açúcar e as outras coisas lá misturadas façam mal a outras coisas, claro), os suplementos vitamínicos não abrem o apetite, pode-se comer fruta e beber água sempre que nos apetecer, antes, durante e depois das refeições, os testes de intolerância alimentar não têm qualquer suporte científico, e, outra das minhas preferidas, não é por comer menos ovos que o colesterol vai baixar (não são as gorduras saturadas dos alimentos de origem animal os grandes culpados, mas sim gorduras trans, açúcares e cereais refinados - enchidos, fritos, salgados, bolachas, e coisas dessas).

Por fim, uma capítulo dedicado ao novos super-alimentos - será que são mesmo super ou banha da cobra? Por exemplo, da próxima vez que estiver no hipermercado, em vez de ir ao corredor das bagas goji, experimente ir ao das nossas amoras, mirtilos e morangos. As sementes de chia são interessantes, mas não virá mal ao mundo se não as ingerir diariamente.  Há uma série de cereais que agora estão na moda e que são vistos como super alimentos mas apenas por serem diferentes, como o bulgur, o couscous e o millet. Na verdade, são apenas versões mais caras do arroz, esparguete e batata... E o Pedro dá-nos uma tabela com a composição nutricional de várias fontes de hidratos de carbono e... super alimento é mesmo a batata-doce!

Concluindo, gostei do livro. Gosto destas abordagens que primam pelo bom senso e pelo suporte científico, ao contrário daquelas que proibem a ingestão de fruta mas permitem salsichas e presunto... Por isso, se queres tirar algumas dúvidas em relação a estes mitos que estão tão enraizados na nossa cabeça, este livro é excelente!


26/03/2016

Os excessos

Há uns meses juntei o útil ao agradável e enquanto tenho os miúdos no treino de judo, aproveito para fazer aulas de grupo no ginásio. Já fiz jump, piloxing, piloxing KO, pilates (que fiz durante muito tempo antes do yoga), alongamentos, fit mix, local mix, e coisas com nomes deste género (aulas de "aeróbica" e "step" como havia antigamente já não existem...). Além das aulas que faço como aluna, também dou aulas de yoga noutro ginásio. Significa isto que tenho passado muito tempo em ginásios. E, como cientista que sou, gosto de observar. E o que observo é o exagero das pessoas com o exercício físico.

Há pessoas, mulheres, sobretudo, que vejo no ginásio todos os dias e fazem não uma, mas 2, 3 ou todas as aulas que houver... Saem de uma aula para a outra, suadas e cansadas, mas não desistem. É isto todos os dias. Querem emagrecer, ficar em forma. Mas será que este ginásio todo resulta? Pelo que vejo, na maioria dos casos não resulta. Não vejo ninguém a ficar mais magro e depois das festas os quilos a mais são bem visíveis. O cansaço está estampado no rosto, porque além do ginásio, estas mulheres têm trabalhos, filhos, casas para cuidar. Em termos de flexibilidade, até me arrepia ver miúdas de vinte e poucos anos que nem por nada conseguem tocar nos dedos dos pés.

Nos meus tempos de musculação, sempre ouvi e li que o melhor são treinos curtos e intensos. No cardio, isso também se vê no HIIT e no Tabata. Muita intensidade num curto período de tempo. É o que nos dá um corpo forte e saudável. Lembro-me do exemplo que o Mark Sisson dá no seu livro relativamente a isto - é só comparar o corpo de um maratonista com o corpo de um atleta dos 100 metros. Quanto mais a distância de corrida aumenta (e o tempo de treino), mais a massa muscular diminui e, na minha opinião, diminui também o bom aspeto físico.

A sério que acho que muitas mulheres portuguesas andam a matar-se no ginásio. Aulas, aulas e mais aulas, mas resultados pretendidos (emagrecer, ficar em boa forma física, ter um corpo de biquini invejável), nada. É aulas de manhã antes do trabalho, aulas à tarde depois do trabalho, dietas, dietas, e mais dietas, mas onde estão os resultados? Passa-se aqui algo de muito errado.

Como em tudo na vida, no exercício físico o que funciona é o caminho do meio. Nem 8 nem 80. Acho que toda a gente sabe isto, mas aquela crença do quanto mais melhor continua lá no fundo do cérebro e é difícil eliminá-la.

Quem se lembra dos 3 quilos que eu perdi o ano passado quando estive um mês de férias? Não pus os pés no ginásio e fiz muito menos yoga do que gostaria, mas mesmo assim perdi 3 quilos. Como? Olhando para os registos que fiz desse mês, a resposta é claríssima: comi menos, tive cuidado com a comida, sobretudo com os hidratos de carbono complexos, e mexi-me bastante todos os dias. Andava a pé, fazia pinos na praia, jogava raquetes, nadava... Foi a combinação de cuidados com a alimentação e um estilo de vida ativo. Foi isso que me fez perder 3 quilos num mês. Não foi passar horas a fio no ginásio.

É claro que as pessoas são diferentes e o que resulta para uns pode não resultar para outros. Mas eu, de facto, quando me sinto melhor é quando ando mais a pé, quando brinco mais, quando faço atividade física não planeada. Desisti das 3 aulas por semana que andava a fazer no ginásio (piloxing KO, jump e pilates); a partir de agora vou fazer só uma aula de jump, porque acho mesmo piada, e uma de alongamentos sexta à tarde (fiz a semana passada e soube-me muito bem, para fechar a semana). Continuo com a minha prática de yoga matinal, claro. E o que tenho feito agora e quero continuar é andar a pé. E com esta vista, andar a pé é um prazer!

01/01/2016

O que traz 2016

Bom Ano, caros leitores!!

Já aqui escrevi várias vezes que adoro a semana entre o Natal e a passagem de ano. Para mim, é uma altura de recolhimento e reflexão (agora, é também altura de estudo para os dois exames que vou fazer em janeiro...)

Após o Natal fui uns dias para Vila Nova de Milfontes praticar ashtanga yoga com os meus professores. Foi fantástico, como sempre. Continuei a observar as minhas escolhas alimentares e é incrível como já nem penso em arroz (arroz, que era um dos meus alimentos preferidos... e engordativos). Tem sido mais difícil cortar no chocolate, mas uma coisa de cada vez...

Inspirada pelos escritos da Kimberly Wilson, tracei os meus sonhos para 2016, nas diferentes áreas da minha vida. Primeiro cortei post-its grandes em tiras pequenas. Depois, fui escrevendo o que me veio à cabeça - coisas que gostava de fazer ou melhorar em 2016.



Depois, organizei os post-its em diferentes áreas:

> criatividade
> espiritualidade
> self-care & saúde
> relacionamentos
> carreira
> dinheiro
> casa
> comunidade

E, finalmente, com base nos muitos post-its e na sua distribuição, fiz uns mind-maps para cada uma destas áreas de foco.



Preparei também uma nova agenda. É um caderno A5 quadriculado da Staples, onde desenho calendários mensais, listas de coisas a fazer mensais e semanais, checklists mensais, semanais e diárias, e as páginas diárias com horários e tarefas (mais ou menos como descrevi aqui).

As checklists mensais, semanais e diárias são baseadas num livro da Kimberly Wilson, adaptadas, claro, à minha vida e interesses.



Mensalmente, quero: 

> escrever os meus sonhos para esse mês (não são bem objetivos, são sonhos, mesmo, que poderão tornar-se realidade)
> fazer uma manicure e pedicure (desde que comei a dar aulas de yoga com frequência é que me apercebi da importância de ter as mãos e os pés sempre arranjados)
> fazer uma massagem ou um tratamento facial (preciso relaxar mais!)
> fazer sempre o orçamento mensal (isto não é nada de novo, faço-o sem falhar há anos!)
> fazer voluntariado (dando tempo ou dinheiro; costumo dar dinheiro, donativos, coisas assim; agora, quero dar mais tempo)
> criar alguma coisa (voltar a costurar, acabar trabalhos que deixei a meio, escrever...)

Semanalmente, vou:

> planear as refeições (super importante agora que o J. tem um novo emprego sem sítios para comer ao redor)
> fazer compras de supermercado uma vez por semana (e não dia sim, dia não)
> passar toda a roupa a ferro num só dia, ao mesmo tempo que vejo um filme na tv (de preferência sábado ou domingo à noite; não gosto nada de começar a semana com roupa para passar)
> destralhar aqui e ali, para não acumular
> verificar o orçamento, para ver se está tudo bem encaminhado
> planear a semana seguinte, coisa que também já faço
> ler 1 livro (digamos, em média; há livros que leio num dia, outros, demoro 2 ou mais semanas a acabar; em 2015 li 47 livros, mas em outubro e novembro não li... culpa do curso)
> escrever uma nota de amor (já o fiz, para os meus filhos, e coloquei-a no estojo da escola - tiveram uma surpresa muito boa quando viram o meu papelinho!)
> beber um smoothie (já lá vai o tempo em que bebia todos os dias de manhã, mas não era pequeno-almoço suficiente para mim)
> fazer uma sessão de sprint (trabalho cardiovascular intenso - será uma aula de Jump, que comecei a fazer em novembro e adoro!)
> fazer duas sessões de PEM = Primal Essential Movements; consiste em elevações (comprei uma barra e tudo!), flexões, agachamentos e prancha; comecei a fazer em dezembro e é bom ver a força a aumentar!
> Brincar!! Todos os adultos já foram crianças, mas poucos se lembram disso...

E, finalmente, todos os dias, tenciono:

> praticar yoga e meditação
> comer o mais Primal possível
> apontar as despesas diárias
> planear o dia seguinte
> estar com os miúdos de consciência plena (seja a conversar, a verificar TPCs, a brincar, a passear)
> escrever brain-dumps e gratidão no diário
> ler, de preferência na cama

Ah, gosto deste plano!!

15/07/2015

O estilo de vida Primal



Já aqui referi várias vezes que a dieta do paleolítico faz muito sentido para mim. Foi a pensar em aprender um pouco mais sobre o Paleo que comprei o livro Energia Paleo do Mark Sisson. Quando comecei a ler, percebi que o título em português é enganador - o livro não é sobre a dieta Paleo, mas sim um estilo de vida ao qual o autor chama Primal. A dieta é baseada no Paleo, mas muito menos restritiva. As semelhanças são muitas, mas há algumas diferenças importantes. Este livro, Primal Blueprint no original, fez ainda mais sentido para mim que o Paleo. Além de directrizes em relação à alimentação, o autor também argumenta em relação ao exercício físico, aos medicamentos, ao sono, ao sol - ou seja, é um estilo de vida baseado na do Homem de há 10 mil anos atrás, período em que a espécie Homo sapiens atingiu o seu pico evolutivo (antes do advento da agricultura).

É mais ou menos este tipo de alimentação que tenho tentado seguir nestas últimas semanas. Já perdi quase 2 kg (em 2 semanas), tenho cometido alguns excessos (a minha desculpa é sempre "eu não tenho assim tanto peso para perder, por isso um chocolatinho ou uma bola de berlim não me vão fazer mal..."), e sinto-me cheia de energia. Tenho praticado yoga quase todas as manhãs e caminhadas em passo rápido depois do jantar, além de nadar, brincar, jogar raquetes e fazer pinos na praia.

Como escrevi aqui, há muitos estudos sobre muitas dietas, e tanto encontramos estudos a favor do paleo, como a favor do veganismo, como a favor do crudivorismo... Há que ter bom senso, ouvir o corpo e perceber o que é que é melhor para nós próprios. Eu estou muito contente com a alimentação que ando a fazer! Sobretudo poder comer mais que 1 ovo por dia sem ficar com um peso na consciência!

Hoje queria deixar-vos as linhas gerais do Primal. As fotos são da parte final do livro, cuja leitura aconselho (assim como o blog do autor, Mark's Daily Apple), e relembro que em vez de Paleo, deve ler-se Primal (não gostei muito da tradução do livro - não li o original em inglês, mas há coisas que estão claramente mal traduzidas...).








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03/04/2015

Mais um produto verde na minha rotina de beleza || a esponja Konjac

Há dias o Círculo Bio, uma loja de cosméticos biológicos sobre a qual já falei aqui, contactou-me para ver se eu gostava de experimentar a esponja Konjac. Nunca tinha ouvido falar de tal coisa, mas fui investigar e fiquei interessada no assunto.

A esponja Konjac é feita de fibras vegetais de uma planta asiática, Amorphophallus konjac. É usada há mais de mil e quinhentos anos na Ásia como produto de beleza para peles sensíveis. As esponjas que são comercializadas são 100% naturais, sem corantes, aditivos ou produtos tóxicos, e têm certificação vegan e cruelty-free. Depois de ler isto, fiquei entusiasmada e escolhi uma esponja facial com carvão de bambu, adequada para peles oleosas e problemáticas. Há uma grande variedade de esponjas, consoante os tipos de pele.



A esponja chegou há uns dias e já sou fã! Tenho-a usado de manhã e à noite para limpar e esfoliar suavemente a pele, sem necessidade de usar qualquer outro produto além da água. A pele fica super macia e sedosa! Tenho seguido os seguintes passos:

1 | Molho bem a esponja, pois quando seca é dura que nem uma pedra.
2 | Massajo a face com movimentos circulares, dando especial atenção às zonas mais problemáticas (no meu caso, o queixo). Não tenho usado produtos de limpeza, mas pode adicionar-se se necessário.
3 | Após utilizar, molho novamente a esponja e espremo-a para retirar o excesso de água; depois penduro-a e fica a secar ao ar.
4 | Tenho usado sempre de manhã e à noite.

Estou a adorar, mesmo! Uma nova adição verde à minha rotina diária!


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25/01/2015

Andar mais a pé


Levar o carro para todo o lado é um hábito tão enraizado na maioria de nós, que nem paramos para pensar nas alternativas. Deixar o carro em casa e andar a pé ou de bicicleta é uma grande ajuda para diminuir as emissões de dióxido de carbono para atmosfera; além disso, é um excelente exercício físico e, claro, ajuda a poupar dinheiro. 

Eu gosto sobretudo de andar a pé. Vou imensas vezes para o trabalho a pé (são 5 km, ir e vir) e só não vou de bicicleta porque tenho medo dos carros - a ciclovia é apenas um risco azul pintado ao pé da berma. Houve uma altura em que o J. só se deslocava de bicicleta. Percursos perto de casa que fazia, por força do hábito, de carro, agora faço a pé (a não ser que esteja a chover, claro). Ao fim de semana deixamos o carro em casa e andamos de bicicleta, os quatro. Ainda hoje fomos almoçar a Faro, fomos ao centro comercial comprar uma prenda, e andámos por aí, tudo de bicicleta.

Como tudo, é uma questão de hábito. Começa com percursos pequenos, 5-10 minutos por dia. Descobre percursos que podes fazer ao pé de casa. Estaciona o carro mais longe do trabalho ou de casa e vai o resto a pé. Aproveita para fazer meditação a caminhar. Ouve música. Observa o que te rodeia - muitas vezes nem reparamos nos pormenores dos edifícios, das árvores, das ruas em que passamos todos os dias...


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03/09/2014

Vlog || Jala neti, ou como eu me livrei da alergias

Bem, não me livrei completamente da minha rinite alérgica, mas a coisa melhorou bastante. Há anos que ouvia falar no jala neti, uma técnica um pouco estranha em que se enfia um bulezinho no nariz, fazendo entrar água por uma narina, que vai saindo pela outra... A primeira vez que ouvi falar disto penso que foi o Dr. Oz no programa da Oprah. Achei o máximo e mandei vir um neti pot (o bule), mas nunca consegui fazer... Até que o ano passado aprendi a técnica no curso de intrutores de yoga e agora não quero outra coisa.

O jala neti, ou irrigação nasal, é uma técnica do Yoga. Faz parte de um conjunto de várias acções de limpeza, os shatkarmas, que os yogis usavam para purificar o corpo, com benefícios não só físicos como também espirituais.

O jala neti consiste em fazer correr água morna por uma narina, que, por acção da gravidade, sai pela outra narina, usando um pequeno bule. A água deve ser fervida antes de usada. Na aplicação, a água deve estar morna e ligeiramente salgada. A medida é 1 colher de chá de sal (o mais puro possível!) para meio litro de água, para ficar à mesma concentração que os fluidos corporais (0,9%). No video mostro como executar a técnica - é fácil!

O jala neti tem inúmeros benefícios comprovados, sobretudo a nível das alergias e sinusites. A água, ao passar na cavidade nasal, remove bactérias, porcarias e muco, drena as cavidades sinusais, reduz a tendência para respirar pela boca, tem um efeito calmante e refrescante no cérebro, sendo por isso benéfico para quem sofre de dores de cabeça e enxaquecas. Também diminui a frequência e duração de constipações, reduz os sintomas da sinusite, humedece a cavidade nasal, limpa os canais lacrimais e melhora a visão, e aumenta também o olfacto e o paladar.

A primavera passada andei muito melhor das alergias - quando me sentia mais atacada fazia o jala neti e sentia logo imenso alívio. Este inverno não andei sempre entupida e ranhosa como era costume (também devido à água com limão). Um dos meus filhos, que é como eu e andava sempre cheio de ranho, este ano ficou muito melhor depois de começar a fazer o jala neti de manhã.

O jala neti já faz parte da minha rotina e é um dos meus rituais matinais mais importantes. Quando me sinto mais atacada, faço também à noite, a meio da tarde, ou quando sinto necessidade.

No video falo um bocadinho sobre a técnica e mostro como se faz. Pode ser... hum... algo nojento, mas penso que vendo é melhor para aprender do que lendo...


Eu comprei o meu neti pot (o bule) na amazon há já alguns anos, mas agora já se vende em lojas de material de yoga (por exemplo, aqui).


Experimenta e depois conta-me como correu!


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30/06/2014

Um período mais verde com o copo menstrual

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Após quase 20 anos a usar tampões, decidi que era altura de arranjar uma alternativa mais amiga do ambiente para aqueles dias do mês... Já tinha ouvido falar bastante dos copos menstruais, mas o medo impedia-me de investigar o assunto mais a fundo... Até que me decidi e comprei o Lunette (não por nenhum motivo em especial, mas sim porque foi o único que encontrei à venda, na Terra Pura, por cerca de 25 euros). Lunette, Diva Cup, Mooncup, LadyCup... funcionam todos de forma semelhante - e são óptimos!

O copo menstrual é isso mesmo: um copo... para o sangue menstrual. Põe-se, deve ficar bem posto para não haver escorrências para fora, tira-se ao fim de algumas horas (6-12), deita-se o sangue na sanita, lava-se o copo e insere-se outra vez. Não há cá plásticos nem papéis inutilizados - dizem que o copo menstrual deve ser substituído ao fim de 5 anos e se fizermos as contas (tampões/pensos para 5 anos vs. copo menstrual), tanto a carteira como o ambiente agradecem.

Comprei o meu há uns meses e não quero outra coisa. Duas colegas minhas também usam e são fãs (provavelmente conheço mais pessoas que o usam, mas o assunto ainda não surgiu...). Claro que o aconselho, mas se tens problemas com sangue, mesmo sendo o teu... é melhor pensares duas vezes. No entanto, umas das vantagens do copo é precisamente essa: temos uma noção melhor do que é que sai cá de dentro e assim ficamos mais em sintonia com o nosso ciclo menstrual.

Os copos menstruais vêm geralmente em dois tamanhos (o mais pequeno para quem não teve filhos por via vaginal e o maior para quem tem fluxo mais abundante ou teve filhos por via vaginal) e vendem-se nas farmácias e lojas de produtos naturais. 

Se, como eu, já tinhas ouvido falar do copo menstrual mas ainda não tiveste coragem para experimentar, vai em frente!

E se já usas copo menstrual, o que achas?



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23/06/2014

Circulo Bio || Produtos de beleza naturais e biológicos

Há dias fui contactada pelo Círculo Bio, uma empresa familiar que comercializa produtos de cosmética biológica e limpeza feitos com ingredientes naturais e biológicos certificados. Fiquei muito contente porque há tempos que queria comprar maquilhagem e outros produtos mais naturais, mas não me apetecia mandar vir do estrangeiro.


O Círculo Bio vende desde produtos para o corpo, cabelo e rosto, produtos para bebé, maquilhagem natural, produtos para aromaterapia, chás e também produtos de limpeza para a casa e acessórios para que possamos fazer os nossos próprios produtos naturais.

Dos produtos que me enviaram, o que mais gostei foi o sabonete líquido 18 em 1 do Dr. Bronner. Já conheço este sabonete há muito tempo, mas nunca tinha experimentado. O sabonete é feito com produtos naturais, biológicos, e de comércio justo, tudo devidamente certificado. De acordo com o fabricante, o sabonete tem inúmeros usos, como shampoo, gel de banho, detergente para a louça, desodorizante, pasta de dentes, etc... experimentei-o como shampoo e não gostei, mas adorei-o para lavar a louça e as mãos. Vou encomendar um frasco e assim substituir o detergente para a louça que costumo usar, que ainda é comprado no supermercado...

Também ando a namorar a maquilhagem... Eu raramente me maquilho e quando o faço é só lápis nos olhos, sombra e pouco mais, mas se tiver estes produtos naturais, mais amigos da pele e do ambiente, de certeza que vou querer maquilhar-me com mais frequência!

Se és como eu e queres mesmo reduzir os produtos tóxicos da tua vida mas não queres ter que fazer tudo de raiz, dá um salto ao Círculo Bio!

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13/06/2014

A escovação corporal a seco

A escovação corporal a seco é um dos meus hábitos mais recentes - e sem dúvida um dos meus preferidos.

As vantagens são inúmeras:

estimula a circulação
esfolia a pele e elimina células mortas
estimula o sistema linfático e promove a eliminação de toxinas
estimula os nervos da pele, rejuvenescendo-a
desentope os poros e descongestiona a pele
ajuda a eliminar a celulite (!!!)

Dominique Loureau, autora do magnífico livro "A Arte da Simplicidade", afirma mesmo que a escovação corporal a seco diária e uma alimentação equilibrada permitem eliminar por completo a celulite em apenas 6 meses!!

Mas então como fazê-lo?

1 || compra uma escova de cerdas naturais e com um cabo comprido
2 || vai para a banheira, despida, e começa a escovação pelos pés, subindo em direcção ao coração
3 || usa movimentos circulares e escova a mesma área do corpo várias vezes
4 || tem algum cuidado nas zonas mais sensíveis, mas a pele habitua-se rapidamente à escova
5 || escova sempre em direcção ao coração, excepto nas costas, onde deverá ser do pescoço para a zona lombar
6 || depois de estar todo o corpo bem escovado, toma um duche alternando entre água fria e quente
7 || após o duche aplica um bom hidratante (eu uso óleo de coco biológico)
8 || uma vez por semana lava a escova e deixa-a secar ao ar


E tu, já alguma vez experimentaste a escovação a seco? O que achas?


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11/06/2014

Os produtos de beleza verdes que eu uso

Tal como referi no último post, viver uma vida cada vez mais saudável e "verde" é um dos grandes objectivos que me tem acompanhado nos últimos 2-3 anos. Hoje vou então escrever sobre os produtos de beleza/higiene pessoal que uso.

Este tema não é novo no blog. Já aqui partilhei algumas receitas de tratamentos faciais e produtos naturais e caseiros que gosto de usar. Actualmente, a minha rotina é esta:


> antes do banho faço uma escovação do corpo a seco; descobri esta técnica há pouco mais de 1 mês e estou a adorar

> no banho comecei a usar sabonete e deixei o gel de banho; quero experimentar os sabonetes de leite de burra e outros, desde que sejam feitos com produtos naturais e de preferência biológicos

> uso um shampoo da NaturVital, que é feito com produtos naturais; já experimentei outras alternativas, como o bicarbonato de sódio, mas não fiquei satisfeita

> como amaciador de cabelo, vinagre de cidra - o cabelo fica óptimo, muito sedoso e não fica a cheirar a vinagre

> após o banho, besunto-me toda com óleo de coco; o óleo de coco é muito bom para pessoas Pitta como eu e nunca tive a pele tão hidratada como agora!

> na cara costumo pôr manteiga de karité porque é menos gordurosa que o óleo de coco; tal como o corpo, a pele da cara nunca esteve tão boa como agora

> também deixei os desodorizantes de supermercado e faço o meu próprio deo com óleo de coco (para hidratar) e bicarbonato de sódio (para eliminar odores); pode adicionar-se amido de milho como antitranspirante, mas eu não gosto

> deixo o cabelo secar naturalmente, mesmo no inverno; a única altura em que secava o cabelo era quando usava franja...

> à noite costumo limpar a pele com uma mistura de óleo de coco e de amêndoas, tonifico com água de rosas ou chá verde e hidrato com óleo de coco

> continuo a usar uma pasta de dentes de supermercado porque ainda não achei alternativas naturais que me agradassem...

> para esfoliar a pele do corpo e face, adoro uma mistura de mel, óleo de amêndoas doces (ou coco) e açúcar branco ou mascavado (o amarelo é muito suave para esfoliar)

> o óleo de coco e a manteiga de karité também servem de baton para o cieiro; aliás, o óleo de coco é dos produtos mais hidratantes e nutritivos que há e estou muito satisfeita desde que comecei a usá-lo para todos estes fins!

Em breve quero mesmo usar uma pasta de dentes natural e fazer o meu próprio protector solar!

E realmente adoro o óleo de coco! É um produto excelente, versátil e muito bom para a minha constituição Pitta (Pitta é um dos doshas de que fala a medicina ayurvédica)


E tu, que produtos naturais e caseiros costumas usar?


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