Como é que sabemos que finalmente acertámos na decoração? Quando o tempo passa e não temos vontade de mudar. É o que tem acontecido com a minha casa. Já por aqui passaram várias mobílias, vários objectos decorativos, muitos cortinados e muitos têxteis. A certa altura percebi qual o estilo decorativo que mais tem a ver comigo (escandinavo) e comecei a mudar a decoração nesse sentido.
O hall de entrada e corredor escapou ao branco nas paredes, que foram pintadas de cinzento porque adoro o contraste desta cor com o branco da mobília.
Fiz um cortinado para tapar a porta da entrada (copiei a ideia da Benita). O tecido, tal como os vários tecidos da almofada do banco, são do Ikea. O banco é uma prateleira (também Ikea) igual à de cima, que foi transformada em banco. As duas foram pintadas com esmalte branco.
Aqui o hall visto perto da entrada para a cozinha e para a sala. O candeeiro Orgel e os espelhos Sörli são Ikea (claro!). A prateleira (que não é Ikea!) serve de apoio para pousar as chaves. Os gatos na parede são reproduções de Steinlen.
O armário de madeira de mogno era da minha avó e é das melhores peças de mobiliário que tenho em casa. Lá dentro estão os meus sapatos (os meus 20 pares de sapatos... quando eram mais de 50 estavam alguns no armário que se esconde atrás do cortinado das flores), malas, toalhas de mesa, cachecóis, óculos de sol, pilhas, lista telefónica, e outras coisas... Atrás do cortinado, que ainda não tem as bainhas feitas e é por isso que está um pouco torto, está um armário embutido que tem casacos e os sapatos dos homens da casa. Os dois cortinados foram feitos com tecidos Kajsastina (que também foi usado na mala que está pendurada).
O corredor com a entrada para os quartos com candeeiro Varmluft branco e uma pequena estante que pintámos de branco, onde guardamos toalhas, lençóis e outros têxteis.
O tecido nas portas do armário sobrou das bainhas dos cortinados Matilda que temos na sala e escritório.
O quadro por cima do armário é um desenho a carvão feito por um aluno da minha avó (que era professora de inglês). Representa a última ceia - que, ao olhos do miúdo, na altura com 12 anos, foi um piquenique. Muito giro!
















