Mostrar mensagens com a etiqueta yoga - aulas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta yoga - aulas. Mostrar todas as mensagens

01/10/2015

E assim aconteceu: aula solidária de yoga com gatos



No passado sábado a Pravi de Faro, com a colaboração da loja A Canastra e duas professoras de yoga, a Sara Santos e moi-même, organizou a primeira aula solidária de yoga com gatos.

A sala foi pequena para tanta gente que quis participar. Os gatos eram quatro irmãos lindos, que infelizmente (ainda) não foram adotados (o J. gostou muito de um deles, mas já temos 3 em casa...). As pessoas contribuiram com areia e dinheiro (muitas deram muito mais que os 2 euros mínimos), a TVI esteve lá, e aqui fica a reportagem.

Uma experiência fantástica que é, sem dúvida, para repetir!
E muito obrigada a todos os que tornaram este dia possível!


>>>>>

Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.


Obrigada!!

16/09/2015

Aula solidária de Yoga em Faro com gatos


A Pravi de Faro juntou-se a duas professores de yoga, a Sara Santos e eu, e vamos fazer uma (a primeira de muitas, esperemos) aula de yoga cujas receitas revertem a favor da Pravi, para apoiar o magnífico trabalho que esta associação faz em prol dos animais.

Vamos ter gatos para adoção na aula, o que é inédito em Portugal - será algo deste estilo:


Se estiveres na zona de Faro, aparece! A entrada é 2€ (no mínimo) ou 1 saco de areia para gatos. Como os lugares são limitados, confirma para faro.pravi@gmail.com até 25 de setembro.

Se todos ajudarmos um bocadinho, podemos fazer a diferença! Obrigada!


>>>>>

Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.

Obrigada!!

13/05/2015

Eu, professora de yoga?



Se lês o blog há algum tempo, sabes que, há quase 2 anos, completei a formação de 200 horas como instrutora de yoga. Foi uma experiência fantástica, aprendi imenso, e descobri muito sobre mim. Pouco tempo depois comecei a dar aulas de yoga em dois espaços em Faro. Descrevi aqui a minha primeira aula. E deixei de dar as aulas ao fim de 2 semanas. E entretanto não falei mais do assunto aqui no blog. Mas, afinal o que é que se passou?

Ora bem, nesse ginásio onde dei a minha primeira aula, que não correu lá muito bem, voltei a dar outra, uma mais pequena, no dia aberto do ginásio. Em vez de fazer uma aula mais parada (aquilo que associamos mais ao Hatha Yoga), fiz uma aula mais dinâmica, de vinyasa flow, que é o estilo que eu gosto e pratico. Correu lindamente! Saí de lá com uma sensação de dever cumprido e a coisa correu mesmo bem. Dei algumas aulas num outro espaço, a pessoas que nunca tinham praticado, e também correu bem; o feedback foi bastante positivo. 

No entanto, eu sentia que algo não estava bem. Uns dias depois de ter iniciado as aulas, fiquei super constipada. A minha vontade de dar aulas era próxima de nenhuma. Os horários eram terríveis, do género chegar a casa quase às dez da noite. Ao fim de duas semanas, segui a minha intuição e desisti das aulas. A constipação passou de um dia para o outro. 

O que senti é que várias coisas não estavam bem. Os espaços não eram os adequados (em termos de energia, não de condições físicas), os horários menos ainda, e o que eu queria mesmo era dedicar-me à minha própria prática. Sim, sempre quis pôr as pessoas a praticar yoga, mas senti que já o fazia através do blog. Aquela altura não era nem o sítio nem a hora certa para me tornar professora de yoga. Por isso, desisti ao fim de 15 dias e dediquei-me à minha prática.

Entretanto, os meus filhos foram introduzidos ao yoga e à meditação, através de outros professores. Por um lado, parecia-me profundamente errado como é que eu, sendo mãe deles e estando devidamente capacitada para lhes dar essas aulas, preferia pagar a outras pessoas para o fazerem... Por outro lado, achava que eles teriam mais respeito por outras pessoas - porque ter a própria mãe como professora é sempre desculpa para mais galhofa, distração e desobediência...

Eu tenho muitas ideias. Sou muito criativa. Às vezes nem consigo adormecer porque a minha cabeça fervilha com novos projetos. Há tanta coisa que eu quero fazer! Se há coisa que eu tenho a certeza que quero fazer é ajudar os outros. Um dos motivos que me levou a ingressar no curso de psicologia, tendo já uma carreira nas ciências do mar, foi esse mesmo - poder fazer uma ciência mais aplicada, mais próxima das pessoas, com benefícios mais imediatos para a sociedade. Tenho andado a direcionar os meus interesses de investigação nesse sentido e está tudo bem encaminhado. No curso de psicologia também tenho tido oportunidade de estudar e investigar assuntos que me apaixonam, como a influência do yoga e outras técnicas holísticas na saúde física e psicológica, e o problema da perturbação de hiperatividade e défice de atenção em crianças.

Eu quero sempre fazer muitas coisas - é essa a minha natureza e não há volta a dar. E acredito que podemos fazer tudo - se bem que não ao mesmo tempo. Ultimamente a vontade de partilhar a paixão do yoga com os outros tem renascido. E quando digo yoga não é só a parte física, é tudo, é o estilo de vida. Como já referi aqui, gostava de ter um grupo de discussão do Dharma; por enquanto, frequento, uma vez por mês, as tardes e mindfulness da Sangha Flor de Amendoeira, onde praticamos o mindfulness na tradição de Thich Nhat Hanh. 

Mas gostava de fazer mais pelos meus filhos e por outros miúdos também. E eu era pessoa que não gostava nada de crianças, mas isso tem mudado. Também gostava de sensibilizar os professores do ensino básico (e não só) para a importância da introdução de técnicas de mindfulness em contexto de sala de aula - coisas tão simples como uns minutos de respiração consciente no início das aulas pode fazer uma enorme diferença... E gostava sobretudo de ajudar crianças com PHDA, pois é um problema que tão bem conheço e que pode ser suavizado com a prática de yoga e de outras técnicas (não sou eu que o digo, é a investigação científica que se tem feito na área).

Por isso, decidi que vou começar, em passos pequenos, a dar aulas de yoga aos meus filhos. Aulas a sério, individuais e direcionadas, estudadas e planeadas, frequentes e consistentes. E quando penso nisto, outras ideias afloram logo... Mas vou controlar-me e dar passos pequenos. O J. também já acedeu a fazer uma aula comigo, uma vez por semana - e assim pratico as minhas aulas para adultos. Pode ser que um dia aceda aos pedidos de algumas colegas e amigas e comece a dar-lhes aulas de yoga também. E quem sabe se um dia não irei até dar aulas abertas ao público? O mundo tem infinitas possibilidades.


>>>>>

Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.

Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Obrigada!!

07/05/2014

Livros (e aulas) de Yoga || As minhas recomendações

Muitos leitores já me perguntaram que livros eu recomendo para quem quer iniciar-se na prática do yoga e o que não faltam por aí são livros sobre o assunto... Eu tenho muitos livros, demasiados até, mas ficam aqui algumas sugestões. Não esquecer que, em termos da minha prática física de yoga, eu pratico ashtanga vinyasa yoga, que é um estilo com características muito próprias...

Para começar, há que entender o que é o yoga. Yoga não é só as posturas físicas... isso é uma pequena parte. Se queres aprender mais sobre o que é o Yoga e os seus vários aspectos, recomendo estes três livros (eu tenho em inglês e não sei se existem traduções):

Yoga Mala, Sri K. Pattabhi Jois
Jois é o guru do ashtanga vinyasa yoga e neste seu livro ele aborda com uma linguagem muito simples e compreensível o caminho do yoga, os yamas e niyamas, e, claro, explica toda a primeira série do ashtanga yoga.



Four Chapters on Freedom, Swami Satyananda Saraswati
Este livro é um comentário aos Yoga Sutras de Patanjali. Os Yoga Sutras são, digamos, a bíblia do Yoga, um dos textos mais importantes e mais simples sobre a filosofia e a prática do yoga. Neste livro, Swami Satyananda explica cada sutra de forma muito clara (porque os Yoga Sutras são difíceis de compreender para o comum ocidental...).



Beyond Power Yoga, Beryl Bender Birch
Birch estudou ashtanga yoga na Índia com Sri K. Pattabhi Jois e divulgou a prática de ashtanga no ocidente com o nome de power yoga. Neste livro, Birch aborda as oito partes do Ashtanga ou Raja Yoga de forma simples e com muitos episódios da sua vida pessoal. É um livro mais leve que os outros dois que referi e é uma boa introdução aos vários aspectos do yoga, mas, infelizmente, não conheço traduções em português...



Em relação a aulas de yoga, o que não falta por aí são estilos, escolas e professores com todo o tipo de formação... Já referi aqui o que conheço de aulas de yoga em Faro e continuo a receber emails a perguntar onde se pode praticar yoga noutras localidades de Portugal. Como digo sempre, não conheço mesmo muito mais, porque vivo em Faro, mas para quem quiser iniciar-se na prática de ashtanga, aqui ficam dois dos melhores locais em Portugal para o fazer (que eu conheço e, claro, recomendo!):

> em Lisboa, na Casa Vinyasa, com a Isa Guitana
> em Vila Nova de Milfontes, na Herdade do Freixial, com o Tarik Van Prehn e Lea Perfetti (foi aqui que fiz o retiro que referi)


>>>>>
Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Podes também {subscrever a newsletter} e receber de oferta dois ebooks sobre organização e simplificação! Podes ainda dar uma olhadela ao meu mini-curso {Como acordar cedo e ter uma manhã serena}!
Obrigada!!

05/11/2013

Onde praticar yoga

Desde que comecei a escrever sobre yoga aqui no blog, tenho recebido comentários e emails de leitores que querem começar a ter aulas, mas não conhecem nenhum espaço na sua zona de residência. Como vivo em Faro, só posso indicar espaços nesta cidade, que é o que conheço, e um ou outro em Lisboa, mas para quem vive noutros sítios, não é nada que uma pesquisa no google não resolva.

Eu fico mesmo muito feliz por ter pegado este bichinho do yoga a tanta gente, mas por favor, não me perguntem onde é que podem praticar nas vossas cidades - a muitas delas eu nem nunca lá fui...

Então aqui ficam espaços para a prática de vários estilos de yoga em Faro...

Estes três primeiros conheço bem:

Hatha Yoga Tradicional e Ashtanga Vinyasa Yoga (com ensinamentos de Vedanta) com Ricardo Viegas
Na Rua de São Luís e nas Gambelas (na universidade). Mais informações aqui.

Hatha Yoga com Tiago Boto
No Corporeus (Montenegro) e Club L (Faro).

Hatha Yoga e Yoga Integral
No Espaço Himalaias (na rua do paga pouco).

Existem também outras escolas de yoga (que, por variados motivos, não me dizem nada, mas agradam bastante a outras pessoas), como:

Yoga Samkhya, ao pé da escola Joaquim de Magalhães

Método DeRose (no outro dia passei por lá e pareceu-me que tinha fechado...)


Em Lisboa conheço dois espaços (mas há muitos, muitos mais):

Ashtanga Vinyasa Yoga com Isa Guitana

Hatha Yoga e Hot Yoga
Foi onde fiz o curso de professora de yoga.

Para quem nunca praticou, é sempre benéfico experimentar vários estilos de yoga, várias escolas e professores...

Ah, não referi as minhas próprias aulas... porque já não as dou - os horários eram incompatíveis com a minha vida, mas mais sobre isso num post futuro...

04/09/2013

E assim dei a minha primeira aula de yoga

Ontem dei a minha primeira aula de yoga a sério, num ginásio acabado de estrear, a cerca de 12-13 pessoas que nunca tinham praticado yoga antes. 

Escusado será dizer que estava super nervosa. Saí de lá com vontade de desistir e não dar mais aulas. Saí de lá a pensar que na próxima aula não vai aparecer ninguém.
Mas depois de pesquisar pela blogosfera, encontrei muitos testemunhos de professores de yoga que descrevem a sua primeira aula como eu. Enganam-se, atrapalham-se, não conseguem criar uma ligação espiritual com os alunos...

A aula começou com mais de 10 minutos de atraso, porque a aula anterior acabou tarde. O início da aula correu bem. A parte de sentar, fechar os olhos, centrar... Expliquei algumas coisas básicas do yoga, como a ligação da respiração ao movimento e a posição de descanso. Acho que ninguém percebeu que eu estava nervosa, porque pelo menos quando faço apresentações orais relacionadas com o trabalho estou sempre nervosa e ninguém nota. 

Quando comecei com as saudações ao sol é que a coisa deu para o torto... Expliquei, exemplifiquei, e guiei os alunos apenas com a voz (como aprendi a fazer no curso). Às tantas vejo toda a gente a fazer coisas diferentes, que eu própria me confundi toda... confundi a inspiração com a expiração, disse aos alunos para fazerem uma postura, mas só disse o nome (ainda por cima em sânscrito!) e não expliquei novamente como se fazia... enfim... Na segunda volta da saudação ao sol fiz ao mesmo tempo que os alunos e não faço ideia se me acompanharam ou não, pois se estava a fazer, não conseguia ver... Tinha planeado seis rondas de surya namaskar mas fiz só duas... 

Passámos então para as posturas. Demonstrei sempre antes, mostrei modificações, disse para as pessoas primeiro verem-me a fazer e depois fazerem, mas muitas começavam logo a fazer...

A aula tinha alguns adolescentes que tinham saído do treino de judo e portanto houve alguma risada pelo meio. Andei pela sala, fiz algumas correcções, não expliquei todos os pormenores das poses porque achei que era demasiado para pessoas que estavam ali pela primeira vez... 

Fiquei com alguma vergonha porque para fazer uma das posturas, o barco (Navasana), eu preciso de uma mantinha debaixo do rabo para não me doer o cóccix, e ali não tinha, o que significa que não fiz a postura lá muito bem...

Acabei a aula com o Yoga Nidra, a técnica de relaxamento. No fim, as pessoas saíram da sala (já eram quase 10 da noite) e só duas me disseram que tinham gostado.

Para mim, faltou toda a parte da espiritualidade na aula. O Yoga não é fitness. Devemos, claro, adaptar as aulas aos alunos, mas sem perder a essência do yoga. A próxima aula, esteja quem estiver (penso que serão muito poucas pessoas...), vai ser uma aula de Yoga.

10/07/2013

Onde me leva a sede de aprender

Vou confessar-vos uma coisa que me tem dado vergonha dizer às pessoas: vou fazer um curso de 200 horas de instrutor de yoga (começa hoje, é por isso que vou estar praticamente offline até ao fim do mês).

Porque é que me dá vergonha?

Porque comecei a praticar yoga há menos de meio ano - apesar do muito pilates que já fiz ter ajudado.
Porque só vou a aulas de yoga duas vezes por semana - apesar de praticar quase diariamente em casa.
Porque faço muitas coisas mal - apesar de conseguir aprender rapidamente a forma correcta.
Porque há imensos asanas simples que nem consigo fazer - apesar de conseguir fazer alguns mais avançados.
Porque sinto que ainda tenho MUITO que aprender - e é por isso que vou fazer o curso.

Tenho uma sede tal em aprender mais sobre yoga que quando vi este curso, no Algarve, intensivo, que aborda de tudo um pouco (e é reconhecido pelo Yoga Alliance no nível RYT 200), ainda pensei duas, três, quatro vezes, mas a vontade de aprender sobrepôs-se ao custo do curso e à vergonha que tenho de participar num curso de instrutores de yoga com outras pessoas que provavelmente sabem muito mais sobre o assunto e têm muitos mais anos de prática do que eu...

Mas lá está, os anos de prática nem sempre são proporcionais à dedicação nem espelham a evolução da pessoa na prática. Eu posso estar metida nisto há pouco tempo, mas compenso a pouca prática com um enorme desejo de aprender mais. 

Não é que eu queira ser professora de yoga. Não é esse o objectivo. A certificação internacional (que pelo que me parece não vale grande coisa em Portugal, mas é praticamente condição sine qua non para dar aulas de yoga nos Estados Unidos, por exemplo) é uma mais-valia, mas o que me entusiasma mesmo é o programa do cursom que inclui a filosofia do yoga, asana, pranayama, bandhas, mudra, mantra, kirtan, aulas para idosos, grávidas e crianças, meditação, yoga nidra, anatomia humana e subtil e por aí fora...

Claro que tenho medo de não conseguir fazer o curso, de ser a pior aluna, de não aguentar o ritmo (são 200 horas de curso em 21 dias, é só fazer as contas). Continuo a sentir-me ridícula por ter tão pouca experiência de yoga e ir meter-me num curso destes (não é preciso ter muita experiência para fazer o curso, mas mesmo assim...). Mas a sede de aprender falou mais alto, e sinto que este é o momento certo para esta aventura.

O curso, super intensivo, começa hoje, por isso não estou a contar dedicar muito tempo ao blog até ao fim do mês... Também não vou poder responder a nenhum email ou comentário durante este período. Umas férias da internet fazem sempre bem! Não quer dizer que não apareça um ou outro post, mas não prometo nada... até Agosto!

18/02/2013

O vício do Yoga

O yoga é viciante. Mesmo. É tipo uma droga. Quanto mais faço, mais quero fazer. Só tenho pena de não ter descoberto o yoga há mais tempo, mas as coisas acontecem quando têm que acontecer.

Duas vezes por semana tenho aulas de yoga tibetano e meditação. Em casa tenho feito yoga (sobretudo Anusara) e meditação, praticamente todos os dias, seguindo videos online.

Descobri o Ekhart Yoga, que subscrevi, mas há muito outros sites, como o Yoga Glo, Yoga VibesMy Yoga Online ou o Yoga Today, que por muito menos de uma mensalidade de ginásio oferecem centenas de aulas de yoga de todos os estilos e para todos os níveis.

Comecei a sentir diferenças na minha disposição há uns meses, quando comecei a meditar diariamente. Agora, com o yoga, esses efeitos ainda se acentuaram mais. Estou muito mais calma e ainda este fim de semana isso foi óbvio. Consegui estar a tarde toda num torneio de judo onde um dos meus filhos participou, num pavilhão cheio de gente, com gritaria e miúdos a correr de um lado para o outro, e eu sempre calma e relaxada. Não me stressei com o barulho nem com a multidão; não fiquei impaciente para que o torneio acabasse para ir embora. Estive ali, presente, no momento, sempre calma e com um sorriso nos lábios. Consegui acabar de ler um livro, vi os combates, e nem me deu fome. Aliás, esta é outra coisa que tenho notado nas últimas semanas, desde que deixei de comer carne e peixe - tenho menos fome. O que é óptimo, porque eu gostava de estar sempre a comer...

Enfim... Não há dúvida que estas práticas orientais milenares trazem muitos mais benefícios para a nossa saúde que os anti-depressivos que muitos médicos insistem em receitar (não a mim! Mas o número de pessoas que os tomam diariamente é assustador). E este estilo de vida minimalista e verde, recheado de yoga, meditação e reiki, é com toda a certeza para ficar!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...