31/12/2012

Organizar 2013 com 5 novos livros!

E para bem terminar um ano de muita organização e simplificação, venho dar-te a conhecer o Bundle of the Week, um site fantástico onde todas as semanas é disponibilizado um conjunto de 5 ebooks sobre a mesma temática pela módica quantia de 7.40 USD (pouco mais de 5 euros).

Esta semana os 5 livros são estes:


Simplify de Joshua Becker

One Bite at a Time de Tsh Oxenreider

21 Days to a More Disciplined Life de Crystal Paine

Healthy Homemaking: one step at a time de Stephanie Langford

The 2013 Confident Mom Weekly Household Planner de Susan Heid


Eu já tenho os meus! O One Bite at a Time e o 21 Days to a More Disciplined Life já tinha e recomendo. O Simplify estava na minha lista há já algum tempo e os outros dois são novidades para mim. Ah, como eu adoro ebooks!!
Para usufruires desta promoção e comprar os 5 ebooks, vai ao site Bundle of the Week até ao fim da semana. Na próxima segunda-feira é disponibilizado um outro conjunto de 5 livros e este deixa de estar disponível.

Bom Ano!

28/12/2012

Um 2012 simples - balanço

Há 1 ano, falei aqui sobre os meus problemas com as resoluções de Ano Novo - e com os objectivos em geral. O viver sem objectivos não é um conceito fácil de entender, mas muitos posts do Leo Babauta e dos The Minimalists ajudaram-me a perceber as vantagens de matar a to do list. Mais recentemente, o livro Goal-Free Living veio esclarecer o conceito, cimentar o que já sabia e ajudou-me também a organizar e compreender os meus sentimentos em relação a viver sem objectivos.

Há 1 ano, já me sentia imensamente atraída por este conceito. Mesmo assim, há 1 ano ainda fiz resoluções de Ano Novo, mesmo admitindo que as resoluções que faço geralmente não são cumpridas, o que é, obviamente, desmotivante.

Mas como mesmo assim as fiz, faz todo o sentido fazer um balanço de fim de ano.

Então foram estas as minhas resoluções para 2012:

1. Físico
~ alcançar a melhor forma física de sempre
~ melhorar o meu ténis


Estava tudo bem encaminhado, até que parti o pé em Julho... a jogar ténis. Depois de muito pensar, deixei o ginásio, jogo ténis quando me apetece, faço os videos da Jillian Michaels em casa e quero voltar para a natação para aprender a nadar mariposa, o único estilo que nunca aprendi...

2. Alimentação
~ comer mais fruta, legumes e sementes
~ fazer refeições super saudáveis para a família


Sim, parece-me que a nossa alimentação é mais saudável. Como muito mais peixe do que comia, mas sementes nem por isso...

3. Relações
~ mais tempo de qualidade com a família
~ criar/estabelecer tradições familiares


Sim! As coisas melhoraram bastante! Muito tempo com a família, actividades ao ar livre, jogos, escapadinhas de fim de semana! E a televisão apagada ou sem som em muitos serões.

4. Intelecto
~ ler 2 livros por mês
~ fazer puzzles


Eu leio bastante, sobretudo não-ficção. Em certas alturas li muito mais que 2 livros por mês - mas quero ler mais ficção. Puzzles? Fiz um, quando tinha o pé engessado, de 1000 peças - serve?

5. Hábitos
levantar-me cedo sempre
~ seguir as rotinas da manhã, da tarde e da noite
~ 1 dia por semana sem ligar o computador


O levantar cedo (leia-se entre as 5 e as 6 da manhã) tem sido cada vez mais fácil, com o apoio dos membros do grupo do facebook Bom Dia Manhãs e com a wake-up light, que simula o nascer do sol e acorda-me com passarinhos a cantar. 
As rotinas já estão tão enraizadas que faço-as sem pensar - e contribuem imenso para não andar sempre em correrias.
Um dia por semana sem ligar o computador... sou absolutamente incapaz de tal coisa...

6. Finanças
~ poupar 40-50% do que ganho
~ viver de forma mais frugal e verde

Poupamos bastante, mas acho que não chega a 40%, depende do mês. Na verdade, vi as nossas poupanças crescerem imenso durante este ano, e orgulho-me bastante da minha mão de ferro a gerir o dinheiro. Há uns anos, só sabia gastá-lo...

7. Trabalho
~ escrever/publicar 6 artigos
~ fazer todo o trabalho de laboratório e não procrastinar

Escrevi 4 artigos; 1 está publicado, os outros estão em vias de. Não está mal. E sim, penso que trabalhei bem no laboratório, mas fico sempre com a sensação que poderia fazer muito mais...


Para 2013, não há resoluções. Nem objectivos a médio ou longo prazo.
Vou focar-me naquilo que gosto e no que é importante para mim - nas coisas que adicionam valor à minha vida. 

Se quiseres ler mais sobre o viver sem objectivos, aconselho o livro do Stephen Shapiro, Goal-Free Living (comprei a versão kindle) e os seguintes posts:






27/12/2012

Os meus 7 links de 2012

Já há muito tempo que queria fazer um post como o My 7 links, que vi na Miss Minimalist. A ideia é escolher um post para cada uma de distintas categorias e desafiar outros bloggers a fazer o mesmo. Como estamos no fim do ano e os balanços nesta altura são sempre devidos, vou escolher apenas posts publicados ao longo de 2012.

Então, os meus 7 links de 2012 são:

1. O mais bonito

Finalmente, depois de mais de 1 ano a sonhar com ele, comprei o Ektorp branco. A minha sala ficou finalmente (quase) perfeita - é branca, tem apenas o essencial, é confortável e tem muita luz solar. É onde mais gosto de estar.

2. O mais popular

Esta série foi um sucesso e a prova são as grandes arrumações e destralhamentos que as leitoras fizeram e partilharam nos seus blogs! A série de 8 posts está aqui.

3. O mais controverso

Não sei se foi controverso, mas foi o post que recebeu comentários que me perturbaram um pouco (afinal, eu sou humana e tenho sentimentos), os quais deram origem a outro post

4. O mais útil

Neste post apenas enunciei as 100 dicas da Elaine St. James para simplificar a vida, do seu livro Simplify your Life... mas foi o suficiente para fazer clique em muitos leitores!

5. Um post cujo sucesso me surpreendeu

Apenas uma comparação de preços entre os supermercados da minha zona, para chegar à conclusão de qual mais me convém. Não esperava 50 comentários!

6. Um post que não recebeu a atenção devida

O post recebeu a devida atenção - a mensagem é que não foi bem compreendida. Os emails choveram, as pessoas querem mesmo ajuda, querem um coach, um mentor, seja o que for, mas a maioria não está disposta a pagar por isso... Entre passar os serões em sessões individualizadas de coaching pelas quais não sou paga ou passar os serões com a família ou a tratar de mim, prefiro a segunda opção. Já dou muito do meu tempo ao blog, e não cobro nada por isso.

7. O post de que mais me orgulho

Um dos posts mais recentes e, sem dúvida, aquele que me deu mais prazer a escrever. Marca o início das minhas incursões em direcção a uma vida mais espiritual, intencional e presente.


E é isto! Desafio todos os bloggers que me lêem a fazer este desafio, mas devo dizer que gostava muito de ver os 7 links da querida Magda do Mum's the Boss!

26/12/2012

Do Natal, um smartphone e as coisas que interessam

O meu sonho minimalista: branco, linhas direitas, superfícies livres, muita luz (a foto não tem nada a ver com o tema do post, mas eu gosto).

Uma ceia de Natal feita, pela primeira vez em muitos anos, cá em casa. Não me chateei nem stressei com nada. Encomendámos (demasiada) comida (que ainda vai dar para umas 7 refeições), pus a mesa de branco (para combinar com o resto da casa... e porque tudo o que tenho, louça, toalhas, etc. é branco), adicionei uns guardanapos coloridos do Ikea (só usamos guardanapos de papel quando há visitas) e a coisa fez-se.
Os presentes... estão a diminuir em relação aos anos anteriores, o que me deixa muito feliz. 

Eu tive direito a uns dinheiros, uma bicicleta (que já tenho comigo desde Outubro) e, pasmem-se, um smartphone! Há já muito tempo que sabia que um smartphone seria útil para mim, não só por ter internet, mas também por servir de máquina fotográfica e de leitor de mp3. Assim, em vez de andar com o telemóvel, a máquina fotográfica e o leitor de mp3 na mala, ando só com o novo telemóvel. Para uma minimalista como eu, um smartphone é mesmo uma coisa útil. Resisti durante meses a comprar um por causa do preço, mas pronto, é Natal. E lá veio um para mim.

A primeira coisa que fiz foi aderir ao Instagram. Mas depois li este post da Astrid, que me levou a este, e fiquei a pensar seriamente no assunto.
Lembrei-me ainda de um dos princípios do minimalismo: eliminar o excesso, o que não interessa, e ficar apenas com o essencial, com aquilo que traz valor à nossa vida.
E estou agora a repensar a minha presença online e as várias redes sociais que uso (nem imaginam a quantidade de vezes que já pensei cancelar a minha conta do facebook). Mas seguir-se-á post sobre o assunto.

Entretanto, desejo-vos umas excelentes festas!

20/12/2012

Um novo logotipo

Já viram ali em cima o novo logotipo do blog? Não está fantástico? Foi feito por uma profissional, a Roberta, do Estúdio Jabuticaba. Eu disse o que queria para o novo logotipo e ela fez melhor ainda! Estou muito contente com esta nova imagem... tem um ar simples e elegante. Obrigada, Roberta!

18/12/2012

O minimalismo, o budismo e uma vida sem esforço

Há tempos recebi um comentário que me pedia para falar um pouco sobre como é que o minimalismo se relaciona com a religião e a espiritualidade. Nunca falei disso aqui no blog por um motivo muito simples: não sou religiosa. Metade da minha família é católica, metade é ateia, e eu segui a via do ateísmo.

Do budismo, nunca soube muito. Sempre associei os monges budistas a pessoas carecas, que se levantam cedo, passam horas a meditar, são auto-suficientes, vegetarianos, e são das pessoas mais calmas e pacíficas do mundo. E sabia que Dalai Lama é um título, não o nome da pessoa.

Comecei a ler mais sobre o budismo, sobretudo o budismo zen (um dos muitos ramos do budismo), quando percebi que o autor do "Smile, breathe, and go slowly", um mantra muito presente no Zen Habits, é um monge zen, Thich Nhat Hanh. E comecei a perceber que os princípios do minimalismo são, de facto, princípios do budismo. É como se o minimalismo fosse uma adaptação do budismo à vida moderna.

Em primeiro lugar, o budismo não é apenas uma religião. É uma filosofia, um estilo de vida. O que me agrada no budismo é que não há uma adoração a entidades sobrenaturais; apesar do budismo não negar a existência desses seres, não lhes confere poderes de criação, de julgamento ou de salvação. O budismo baseia-se no ensinamentos de Siddhartha Gautama, um príncipe hindu que viveu algures entre os séculos VI e IV A.C. O budismo zen é um ramo do budismo que nasceu na China no século VI D.C. e foi fortemente influenciado pelo taoismo (os conceitos de yin e yang e aquele círculo metade preto e metade branco, sabem?).

Muitos dos ensinamentos do budismo estão bem patentes no minimalismo moderno. Devemos ter o essencial, viver de forma simples, fazer uma coisa de cada vez, desacelerar, fazer menos, mas fazer o que é importante, criar rituais (ou rotinas, ou hábitos). 
Não devemos sentir apego às coisas (de acordo com o budismo, esse apego é a fonte da infelicidade, pois nada é permanente). 
Devemos viver de forma atenta e consciente. Viver no presente, e não no passado ou no futuro. Sermos felizes com o que temos agora, neste momento, em vez de abdicarmos da felicidade agora para perseguir objectivos que nos poderão trazer felicidade no futuro. Aliás, o viver sem objectivos que vários minimalistas têm abraçado não é nada mais que focar no presente, tal como ensina o budismo. 

Indo um pouco mais além, o budismo fala das quatro meditações ilimitadas: o amor, a compaixão, a alegria e a equanimidade. O amor é querer que os outros sejam felizes. A compaixão é querer que os outros não sofram. A alegria é ficar feliz pela felicidade de outrém. E a equanimidade é ter um estado de espírito tranquilo que não seja regido pela agitação ou pela ilusão. O Leo Babauta refere que cultivar a equanimidade não é fácil (embora melhore com a prática) e é o que lhe permite manter a mente sã. 

Mas afinal o que é que isto tem a ver comigo?

Eu planeava ao pormenor o que queria fazer nos próximos 12 meses, fazia resoluções de Ano Novo, até fiz um 5-year plan! A maioria dos objectivos não eram, obviamente, cumpridos, tal como acontece com a maioria de nós. E aqueles que cumprem todos os seus objectivos, geralmente conseguem-no à custa de outras coisas. Portanto, em vez de ter objectivos definidos e mensuráveis, tenho áreas de foco. Sigo pela vida com uma bússola, não com um mapa. Sei para onde quero ir, mas em vez de ir por um caminho pré-definido, vou ao sabor do vento e das marés. Em termos práticos, em vez de uma to do list, tenho uma could do list.

Comecei a meditar
A meditação ajuda a combater o stress, a sentirmo-nos mais felizes, mais calmos e mais presentes. Até já pus os meus filhos a meditar com a ajuda deste video e o J., o mais céptico, segue-se.

Vivo mais no presente.
Deixei de me atormentar por coisas do passado e deixei de preocupar-me demasiado com o futuro. Foco-me mais no momento, no presente. Olho para o que tenho e sinto-me feliz. Tenho andado constantemente com um sorriso nos lábios e até sou mais simpática para as pessoas (nem sempre é fácil, claro...). Em vez de deixar que seja o comportamento dos outros a ditar a minha resposta, sou fiel a mim própria, independentemente dos outros. Ou seja, não é por alguém ser antipático ou mal educado para mim que eu também o vou ser.

Pensamento positivo.
Eu sempre fui uma pessoa optimista, mas agora ainda mais! Acredito que as coisas boas vêm na minha direcção e que há sempre um lado positivo em tudo. Por exemplo, o J. vai ficar 2 meses sem carta de condução (por causa de uma multa de há mais de 8 anos atrás... mas já sabemos que é assim que as coisas funcionam neste país). Em vez nos queixarmos da desgraça que é estar 2 meses sem conduzir (que não é desgraça nenhuma para nós, embora para alguém que dependa mesmo do carro possa ser), vimos o lado maravilhoso da coisa: é agora que ele vai começar a ir de bicicleta para o trabalho!! Já fomos comprar uma bicicleta nova e acho que se não fosse isto de ficar sem carta, ele nunca tomaria a iniciativa de se deslocar de bicicleta. E embora isto implique mais condução para mim, porque terei que levar os miúdos aqui e ali, estou muito contente!

O último livro do Leo Babauta, The Effortless Life, que li numa noite e vou voltar a ler, aborda estes tópicos e muitos mais. A vida é tão difícil quanto nós a fazemos, diz ele. E é verdade. Nós é que complicamos as coisas, somos negativos e adoramos queixarmo-nos, em vez de sermos gratos e felizes com o que temos. As orientações que o Leo nos dá para uma vida sem esforço são simples (e derivam dos ensinamentos do budismo, claro): não causes mal, não tenhas objectivos ou planos fixos, não cries expectativas, não cries falsas necessidades, não faças coisas de que não gostes, não te apresses e não cries acções desnecessárias. Em vez disso, sê compassivo e apaixonado, encontra contentamento, desacelera, sê paciente, está presente e prefere a subtracção.

E não, não estou a pensar tornar-me budista - mas toda a sua filosofia faz imenso sentido para mim. E é inegável que é do budismo que veio o minimalismo tal como hoje o conhecemos.

(e devo dizer que nunca um post me deu tanto prazer a escrever como este)

16/12/2012

Livrar-me de coisas e viver no presente


Esse saco de lixo na foto está cheio de roupa que estava guardada há mais de 1 ano à espera de ser remendada ou alterada. Eram calças dos miúdos para serem transformadas em calções, eram vestidos meus para serem encurtados ou apertados, eram calças a precisar de remendos nos joelhos, até fronhas de almofadas daquelas enormes que se usam em Espanha para cortar e fazer fronhas mais pequenas para as nossas almofadas...

Tudo há mais de 1 ano à espera. Se não aconteceu, não vai mais acontecer. Se não transformei calças em calções para os miúdos, é porque eles já têm calções suficientes. Se não arranjei os buracos nos joelhos das calças, é porque eles têm calças suficientes. Se não encurtei ou apertei os meus vestidos, é porque já tenho vestidos suficientes.

Por isso, ganhei coragem, pus tudo dentro do saco e vou dar ao contentor.

Ao lado do saco estão quadros, posters, impressões de arte que já não têm lugar na minha casa minimalista. Ainda não tenho coragem para jogar esses fora... para já vão para a cave e daqui a uns tempos logo se vê...

Tenho também andado a livrar-me dos meus planos e objectivos. Já falei várias vezes do movimento de viver sem objectivos, que tanta força tem ganho no meio minimalista. Viver no presente, em vez de pensar no passado ou no futuro. Sermos felizes agora, com o que temos neste momento, em vez de lutarmos por algo que, achamos nós, nos trará felicidade, não agora, mas em algum momento futuro. 

A vida acontece agora, neste momento; a vida não começa só daqui a 5 anos, quando cumprirmos todos os nossos planos e atingirmos os nossos objectivos. Aliás, a maior dos objectivos que estabelecemos nem sequer são atingidos, o que só nos traz sofrimento.

Esta filosofia de vida cada vez faz mais sentido para mim. E isto não é nada de novo. Viver no presente e sermos felizes com o que temos é uma coisa tipicamente budista; aliás, todos os princípios do minimalismo têm na sua base o budismo, sobretudo o budismo zen. Diz o monge zen Thich Nhat Hanh "Smile, breathe and go slowly", que é agora o meu mantra e o mais sucinto guia para a vida.

Mas em termos práticos, as pessoas que vivem conscientemente sem objectivos (não aquelas que vivem sem objectivos porque não sabem o que fazer da vida ou porque são preguiçosas) acabam por ser muito mais produtivas. Tanto o Leo Babauta como o Joshua Fields Millburn fazem-no e recomendam. 

Este conceito de viver sem objectivos é difícil de compreender e aceitar, e eu ando há um ano a pensar nisto. Vou escrever mais em pormenor sobre o assunto, mas devo dizer-vos que matei as minhas listas de coisas a fazer e sinto-me muito mais leve. As listas e listas que vêem na foto... tudo para a reciclagem. Que sensação libertadora!! As maravilhas do minimalismo e do viver no presente!


O meu sistema de produtividade e gestão do tempo tem agora elementos do Zen to Done, da técnica Pomodoro, do budismo zen; é uma coisa simples e muito menos stressante, sobre a qual falarei... quando me apetecer... sim, acabaram-se os planos para escrever este ou aquele post...

14/12/2012

A diferença entre o minimalismo e a vida simples - ou porque é que eu não vou fazer os meus próprios enfeites de Natal

A Sara Rauch, no seu defunto blog Life More Lived, exemplificava na perfeição a diferença entre o minimalismo e a vida simples. 
Contava ela que quando começou a simplificar a sua vida, pensou que passaria mais tempo na sua pequena horta a gozar os prazeres de fazer crescer os seus próprios vegetais - isto é vida simples. 
No entanto, apercebeu-se que ao passar mais tempo na horta, tinha menos tempo para a sua verdadeira paixão, a escrita. Assim, a Sara deixou a horta para se focar na escrita, a sua prioridade - isto é minimalismo.

Eu passei pelo mesmo em relação... à árvore de Natal. O ano passado tinha feito uma árvore de Natal minimalista com meia dúzia de enfeites, os últimos resistente às garras dos gatos - mas nenhum sobreviveu até este ano...
Por isso, este ano pensei em fazer estrelas em papel, mas rapidamente lembrei-me das imensas horas que gastei a fazer estas o ano passado. Apercebi-me que não queria passar fins de semana a fazer estrelas, quando podia fazer outras coisas que são mais importantes para mim, como ler. Por isso, decidi deixar-me de DIY e comprar uns enfeites de Natal no Ikea - estes, que ainda por cima não se partem (so they say). Assim, em vez de passar este fim de semana de volta de cartolinas e tesouras, vou passá-lo a fazer coisas de que gosto mais. É mais uma liberdade que o minimalismo me trouxe.

12/12/2012

Hoje é só coisas boas

E na sequência do último post sobre a simplificação dos compromissos, assumi um novo compromisso que se enquadra na minha pequena lista de coisas importantes. Como esse compromisso vai ocupar uma parte significativa do meu tempo, não se admirem se a frequência dos posts aqui no blog for inferior ou inconstante - é o que vai acontecer, para que me possa dedicar mais a esse novo projecto (que mais cedo ou mais tarde saberão o que é... mas não é difícil adivinhar).

Segunda notícia do dia: gostava de saber como é que este blog e os assuntos que aqui são abordados (minimalismo, simplificação, organização) mudaram as vossas vidas. Por isso, convido todos os leitores que realmente sentem que o The Busy Woman and the Stripy Cat teve um efeito positivo nas suas vidas a escreverem um guest post para o blog, onde partilham as vossas experiências e descrevem as mudanças que fizeram nas vossas vidas... Quem estiver interessado, por favor contacte-me por email (rita.busywoman at gmail.com) para mais informações ou para enviar o texto. Muito obrigada pela vossa participação!

Por fim, lembram-se da entrevista que a Magda me fez há cerca de 1 ano? Hoje foi a vez de ser ela a entrevistada. E os entrevistadores fomos nós, os entrevistados. Cada um fez umas quantas perguntas à Magda e o resultado está aqui. Muito giro!
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