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21/02/2017

Estudo de yoga em Portugal


Caros leitores, provavelmente muitos de vós já viram o meu apelo no facebook, mas aqui fica de novo.

Estou a fazer um estudo aqui na Universidade do Algarve que tem como objetivo caracterizar os praticantes de yoga em Portugal, em termos de motivação, personalidade, atitudes face ao ambiente e outras variáveis psicológicas.

O questionário é anónimo e não levará mais de 15 minutos a preencher.


Se puderes participar e/ou divulgar por amigos e familiares praticantes de yoga, seria uma grande ajuda!

Fico mesmo muito agradecida pelo apoio!! Muito obrigada!


19/11/2015

Sobre a disciplina... ou a falta dela



Ultimamente tenho sentido o mesmo que senti por esta altura o ano passado. Quando as coisas começam a apertar - quando começo a ter frequências atrás de frequências, trabalhos, apresentações (a juntar a tudo o resto que eu já faço), ganho disciplina para umas coisas mas perco para outras. A prática de yoga sofre sempre nestas fases. Tenho sido muito mais consistente na hora de levantar, é verdade, mas nestas alturas descambo sempre.

No fim de agosto abracei um novo desafio de yoga, que consegui cumprir até ao início deste mês - a ideia era fazer todas as aulas de ashtanga da Jodi  Blumstein no YogaGlo até ao fim do ano. São pouco mais de 120 aulas e até ao início deste mês fiz 50 e tal. O que me começou a chatear no desafio foi ter que fazer aulas de níveis de dificuldade menor e aulas muito curtas. Às vezes só praticava 20 ou 30 minutos e sabia-me sempre a pouco. Eu quero ter uma prática de ashtanga forte e consistente, e com este desafio não estava a consegui-lo.

Outras vezes arranjo desculpas... não pratico de manhã com a desculpa que vou praticar à tarde, até é melhor que o corpo está mais quente e flexível... Mas à tarde tenho sempre mais que fazer e nunca consigo fazer uma prática como deve ser.

Outras vezes planeio levantar-me bem cedo para estudar um pouco e praticar, mas acabo por ficar na cama, e nem uma coisa nem outra...

Às vezes gostava de ser um pouco mais obsessiva em relação a isto. Gostava que a obsessão fosse tal que, no matter what, levantava-me e praticava, sem inventar desculpas.

A verdade é que eu tenho uma personalidade assim: acho sempre que posso e devo fazer mais e melhor. Nunca estou satisfeita com as conquistas. No dia em que defendi o doutoramento fiquei super contente e relaxada, mas no dia seguinte já estava a pensar, então e agora? O que faço agora? Que novos desafios vêm aí? Tenho uma grande necessidade de fazer coisas diferentes, abraçar novos deasafios, aprender coisas novas, pôr as minhas capacidades à prova. Sou alérgica à estagnação, mental e física.

Tenho dias maravilhosos! Acordo cedo, faço uma boa prática, cumpro tudo o que está na minha lista de coisas a fazer, tenho a casa limpa e arrumada, como comida saudável, passo tempo de qualidade com a família. E tenho outros dias... que são quase o oposto. Se uns dias são assim tão bons, porque é que os outros também não hão-de ser?

Porque falta-me disciplina. Falta-me a força de vontade. Falta-me consistência.

O que gostei bastante neste desafio de yoga é que durante estes 2 meses e tal, consegui cumpri-lo. Pratiquei bastante, e além das aulas de ashtanga, fiz outras, online e presenciais, e dei também bastantes aulas de yoga. Mas sinto que agora está na altura de um novo desafio. 

Então, em vez de praticar todas as aulas da Jodi no YogaGlo, fiz uma selecção daquelas que realmente me interessam. Escolhi só aulas de nível 2, 2/3 e 3, com duração de 60 a 90 minutos, e dentro dessas seleccionei as que quero mesmo fazer. E fiquei com 24 aulas. E tenciono fazê-las todas até ao final do ano. Começando amanhã, tenho 42 dias para fazer 24 aulas. 24 aulas em 42 dias. Parece-me bem. Claro que a minha prática não é só estas aulas. Por exemplo, na próxima semana vou praticar ashtanga a Lisboa e também pratico outras coisas em casa. Mas quero finalmente estabelecer uma prática de ashtanga forte e consistente e espero consegui-lo assim. Vou partilhando o meu progresso aqui, ok?

03/09/2015

Um grande desafio de Yoga


Ultimamente tenho sentido a necessidade de me comprometer com um desafio de Yoga, mas uma coisa a sério, a médio prazo, que não seja demasiado restritiva. Eu gosto de planear a minha prática de yoga, mas muitas vezes, sobretudo quando pratico à tarde, só me apetece fazer uma prática restaurativa e calma, mas o que tenho na agenda é algo mais vigoroso...

Como já referi várias vezes, adoro sites de yoga online, pois a variedade é imensa em termos de professores, estilos, nível de dificuldade e duração. Eu pratico sobretudo ashtanga vinyasa yoga e no YogaGlo há uma professora de ashtanga que eu adoro, a Jodi Blumstein. Lá estão mais de 120 aulas dela; já fiz bastantes e gosto mesmo muito da maneira dela ensinar. Então tive uma ideia luminosa! Vou fazer todas as aulas da Jodi! Mas preciso de um prazo... até ao fim do ano, pouco mais de 4 meses para mais de 120 aulas (que estão sempre a aumentar)!

E é este o desafio que tenho andado a fazer com muita motivação há uma semana. Para não encher este blog com posts diários de yoga, criei um novo onde escreverei enquanto durar o desafio. Cada aula que faço merece um post onde explico como foi a aula e como me senti. Coisa simples.



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20/08/2015

Como planeio a minha prática de yoga

Eu sou uma planeadora, acho que toda a gente já sabe disso... Gosto de saber exatamente como é que os meus dias vão ser, gosto de fazer planos, listas de coisas a fazer... há sempre algum espaço para os imprevistos, claro, mas o que tenho visto ao longo dos anos é que os dias correm muito melhor quando são planeados - e nos meus planos tenho que incluir não só o óbvio (o trabalho), mas também outro tipo de atividades, como a prática de yoga.

Agora, que é verão, está calor, os miúdos estão de férias, a vida corre mais devagar, tenho andado um pouco mais preguiçosa, tenho acordado mais tarde, e não tenho praticado tanto como costumava. Mas com o setembro a aproximar-se, é altura de voltar às velhas e boas rotinas, ir pondo o despertador um pouco mais cedo todos os dias, ir para a cama também mais cedo, e voltar a ter uma prática mais consistente.

Modo geral, pratico yoga de manhã, ao acordar, em jejum. Idealmente, gosto de ter hora e meia para conseguir fazer uma boa prática física, pranayama e meditação. De manhã não gosto de seguir aulas online ou videos de yoga - como pratico ashtanga, que segue uma sequência pré-definida que sei de cor, prefiro virar-me para mim própria e fazer a prática sem distrações.

À tarde, gosto de fazer aulas online. Aprendo imenso e faço coisas diferentes, muitas vezes complementando a prática de ashtanga!! Como já referi várias vezes, o meu site de yoga online de eleição é o Ekhart Yoga, mas também gosto do YogaGlo, que tem muitos videos de ashtanga. No Ekhart Yoga há tantas, tantas aulas, que o difícil é escolher uma aula para fazer. Geralmente, todas as semanas, planeio as aulas que vou fazer nos dias seguintes. O que faço é uma pesquisa no site por aulas que me interessem, tendo em atenção o tempo que vou ter disponível em cada dia, e atribuo uma aula a cada dia. Hoje estive a fazer esse planeamento até ao fim de agosto:



Este plano é flexível, claro! Estas aulas são quase todas bem vigorosas, mas se um dia sentir necessidade de fazer uma prática mais restaurativa, faço! 

O bom de ter um plano é não perder muito tempo em cada dia a navegar no site e a escolher uma aula para fazer. Às vezes perdia-me a ver as aulas, ou ficava indecisa entre várias aulas - mas assim, fico com um plano feito para a semana toda (ou para duas semanas como neste caso) e não penso mais nisso. À tarde, na hora da prática, é só ligar o computador, encontrar a aula, e praticar! Gosto mesmo muito!

Também uso estas aulas online para tirar ideias para as minhas próprias aulas, pois tenho dado umas aulinhas de yoga a pequenos grupos. No outro dia dei uma aula debaixo destes pinheiros - uma delícia!



E tu, planeias a tua prática de yoga ou vais ao sabor da maré?


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16/06/2015

Yoga, crianças, vegetarianismo... respostas a algumas questões

Às vezes recebo emails e comentários de leitores que querem saber mais sobre o meu percurso no yoga, sobre a prática de yoga dos meus filhos, e sobre a minha alimentação.

Um desses emails tocou-me bastante, pois descreve o blog de uma forma muito simples, mas que revela uma grande compreensão acerca de mim. Escreve a Sofia: 

Gostaria de a congratular como autora do interessante blogue The Busy Woman and the Stripy Cat que acompanho, de há uns meses a esta parte, e considero verdadeiramente inspirador. Trata-se de um espaço onde emana o desejo constante de aperfeiçoamento pessoal, desempenhando o yoga e a meditação um papel determinante, com uma tónica acentuada nos campos interrelacionados da organização e da gestão do tempo. A força de vontade e a determinação que manifesta, numa linha de fazer sempre mais e melhor, movem-me a seguir em idêntico trilho. 

A Sofia continua e pergunta-me com que idade é que os meus filhos começaram a praticar yoga e se eu notei diferenças no seu comportamento.

Eles começaram a praticar pouco depois de eu ter começado, deviam ter 6-7 anos (agora têm 9 e 10). Nunca fizeram aulas regulares, mas fazem um pouco aqui e um pouco ali. De vez em quando fazem em casa, às vezes vão a aulas fora de casa. 

O que eles fizeram de forma regular durante todo este ano letivo foi meditação para crianças, num formato de aulas individuais, uma vez por semana, com a professora que escreveu este livro. Ao mesmo tempo, fazia (e faço) meditação com eles em casa, que consiste basicamente em contar histórias que eles visualizam. É como uma viagem dentro das suas cabeças. Eles gostam muito. 


O que eu faço mais com eles são ensinamentos informais. Tento que eles vivam o yoga no dia a dia. Conto histórias com uma moral por trás, como esta, e já sabem melhor que a maior parte dos adultos quem foi o Buda e conceitos como karma e dharma. Falando em termos de Yoga, tento transmitir-lhes os Yamas e Niyamas, mais que o Asana. As aulas de yoga para crianças são, na sua maioria, brincadeiras, e, por agora, prefiro ensinar-lhes valores morais. Eles já fazem muito desporto, portanto prefiro que a sua prática de Yoga seja mais calma e interna. Já os ensinei a respirar como deve ser, e a parar, fechar os olhos e focarem-se na respiração para acalmar. 

Mais importante ainda, sobretudo, para crianças que têm sempre coisas para fazer e estão sujeitos a distrações vindas de todos os lados - tento ensiná-los o dolce fare niente. Fazer nada. Serem capazes de estar, sem precisar de fazer. Este é o treino mais difícil...

A Sofia pergunta-me também acerca da minha passagem pelo vegetarianismo. Escreve ela:

Sinto, há longo tempo, um apelo para me tornar vegetariana, ou melhor, para abolir a carne da minha dieta alimentar, mantendo, contudo, algumas refeições semanais de peixe e o consumo de produtos lácteos. Tenho uma amiga próxima que, ao fazê-lo, sentiu falhas de memória e teve, segundo o seu testemunho, de passar a ingerir alguma carne de aves. Acha que, para evitar riscos, deveria recorrer a um nutricionista especializado na área? Gostaria de, a propósito deste tema, conhecer melhor a sua perspectiva – encontrei alguma informação no blogue. Tornou-se vegetariana gradualmente? De início, sentiu alguns efeitos colaterais? Toma algum suplemento alimentar?

Eu fui vegetariana durante pouco tempo, uns 3-4 meses apenas. Durante esse período tive vários problemas, o maior deles a sensação de inchaço no estômago, e até engordei um pouco. Voltei a comer carne e fui pesquisando o que é que me faz sentir bem, com energia, o que é que me faz engordar, o que é que me faz sentir inchada... Percebi que, embora adore feijões e lentilhas, só posso comê-los de vez em quando. Percebi que o que não me deixa emagrecer é sobretudo o muito arroz que como (adoro arroz). Percebi que prefiro muito mais almoçar um peixe grelhado com salada do que uma lasanha vegetariana.

Percebi também que gosto dos alimentos pouco ou nada processados. Quanto mais próximo do seu estado natural, melhor. Agora, sigo mais ou menos a alimentação do paleolítico, com muita fruta, hortaliça, sementes e frutos secos, carne, peixe e ovos, e nenhuns (ou muito poucos) açúcares, hidratos de carbono complexos (pão, arroz, massas, cereais) e grãos que me fazem inchar. Gosto de comer bem e não ficar com aquela sensação de inchada depois das refeições.

um almoço no trabalho - restos de carne bolonhesa com pepino e tomate

Como em tudo na vida, penso que isto da alimentação é uma questão de bom senso. Devemos comer aquilo que nos faz sentir bem, que nos dá energia, que nos torna mais saudáveis. Claro que para sabermos que alimentação é essa, há que experimentar... Houve uma altura em que apontava na agenda tudo o que comia, e assim podia associar determinada disposição a determinados alimentos.

Já ouvi dizer, de professores de yoga vegetarianos, que a prática de yoga acaba por tornar uma pessoa vegetariana. Permito-me discordar. Para mim, a prática de yoga permite conhecermos melhor o nosso corpo e assim conseguimos ouvi-lo melhor. Com o yoga, sabemos mais facilmente o que é melhor para nós.

Essa ideia que um bom yogi tem que ser vegetariano está errada. Nem o Buda era vegetariano, nem obrigava os seus monges a sê-lo. O Dalai Lama não é vegetariano. De acordo com o Budismo, não há formas de vida superiores a outras; ao comer uma planta, estamos a matá-la. Este assunto é polémico, e este video aborda o conceito da não-violência e da compaixão de forma muito clara.

Portanto, eu como aquilo que me faz sentir bem! E acho que é isso que todos deveríamos fazer, independentemente das expectativas, do comportamentos dos outros, e dos rótulos que nos atribuímos ou nos atribuem...


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08/06/2015

10 dicas para uma prática de yoga consistente



Manter uma prática de yoga consistente é, provavelmente, um dos maiores desafios do yogi. Num retiro ou num curso, essa consistência é-nos "imposta"; não temos que pensar se vamos ou não vamos sair da cama às 5 da manhã para praticar. Saímos, aparecemos no tapete e praticamos. A motivação até pode não ser muita, mas a energia das outras pessoas contagia-nos. Praticar nestas condições é muito mais fácil que praticar em casa. 

Em casa, estamos sozinhos. Custa levantar de manhã cedo quando todos ainda dormem, ou ir para o tapete ao fim da tarde quando os outros relaxam. No entanto, uma prática de yoga em casa é das experiências mais compensadoras e frutíferas que podemos ter. Uma prática de yoga regular beneficia todos os aspetos da nossa vida. Mas como conseguir essa regularidade? Como fazer para aparecer no tapete todos os dias?

Devo dizer esta sempre foi uma das minhas lutas, desde que comecei a praticar yoga há uns anos atrás. E tenho melhorado imenso! As minhas práticas em casa são cada vez mais consistentes e satisfatórias. Se também lutas por estabelecer uma prática de yoga em casa, aqui ficam algumas dicas:


1 || Consistência é mais importante que duração

É muito melhor praticar 15 minutos todos os dias do que 2 horas ao fim de semana. Isto vale para o yoga, para a meditação e para qualquer prática, física ou não. Por isso, abandona a ideia que uma boa prática de yoga tem que durar pelo menos 1 hora. Não tem. Uma boa prática de yoga é aquela em que estás presente, focada na respiração, virada para dentro.


2 || Cria um espaço sagrado para a tua prática

Se tiveres possibilidade, arranja um espaço fixo para o tapete, para os acessórios, livros, velas, e outros materiais que te inspirem. Constrói um espaço sagrado para a tua prática em casa. Não tem que ser uma divisão inteira; basta um cantinho onde caiba o tapete e, se possível, um pequeno altar com incenso, velas, e objetos de que gostes. Uma das grandes desculpas que as pessoas arranjam para não praticar yoga em casa é a falta de espaço. Isso não é desculpa! Vê aqui o que quero dizer...


3 || E deixa o espaço sempre limpo e preparado no dia anterior

Se o teu espaço de yoga não estiver limpo e arrumado - tapete ainda suado, blocos espalhados, manta largada no chão - o mais provável é não praticares. Depois de cada prática, limpa o que necessitar de limpeza e arruma o espaço. Se o teu espaço sagrado estiver sempre pronto, é muito mais fácil ires para o tapete. Se praticas de manhã e o espaço está frio a essa hora, podes aquecer o espaço antes de iniciar a prática. No inverno, deixo um aquecedor com o temporizador para ligar meia hora antes da prática e assim aquecer a sala. Yoga de manhã com o corpo rígido já custa... e numa sala fria é impensável...


4 || Pratica sempre à mesma hora

Consistência é a chave de tudo. Se te levantares sempre à mesmo hora e praticares sempre à mesma hora, o corpo habitua-se e deixa de custar tanto. Isto é sobretudo verdade para quem pratica de manhã, com o corpo frio e rígido. Custa no início mas com consistência cada vez custará menos. 


5 || Não comas muito à noite

Sobretudo se praticas de manhã cedo. Os níveis de energia são muito menores depois de uma refeição pesada à noite e isso claro que afecta a prática.


6 || Elimina as distrações externas

A vantagem de praticar yoga de manhã cedo é que a essa hora não costuma haver muitas distrações. Não há telefones a tocar, nem televisão acesa, nem crianças a gritar. Resiste à tentação de ir ao facebook ou ao email logo quando acordas. Sai da cama, trata da higiene, e vai para o tapete. 


7 || Mais vale uma prática curta e intensa

Que uma longa e superficial. Se os teus níveis de energia são baixos e só te apetece deitar no tapete em Savasana, faz um esforço. Faz algumas saudações ao sol, algumas posturas - de certeza que não te vais arrepender. Quando a anergia se for, foi-se, mas consegues sempre fazer alguma coisa.


8 || Faz práticas variadas

Mesmo quem pratica ashtanga (que segue sequências definidas) não precisa praticar a mesma coisa todos os dias. Umas práticas podem ser mais focadas nos backbends, outras em posturas de equilíbrio. Se adicionarmos variedade à nossa prática, a probabilidade de nos aborrecermos é menor.


9 || Aprende com um professor

Mesmo quem tem uma prática pessoal bem estabelecida, beneficia em ter aulas com um professor. Eu não tenho aulas regulares, mas de vez em quando faço uma aula aqui e outra ali, e vou a workshops e coisas do género. É sempre bom para nos inspirarmos e ficarmos ainda mais motivados para praticar.


10 || Não te martirizes com a inconsistência

Se falhares um dia, dois dias, um mês inteiro - não te preocupes! Volta ao tapete sempre que possas. Com a prática, a inconsistência vai sendo cada vez menor, pois aqueles minutos no tapete tornam-se um dos momentos mais agradáveis do dia!



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27/05/2015

21 junho - Dia Internacional do Yoga



O próximo dia 21 de Junho será o primeiro Dia Internacional do Yoga reconhecido pela ONU, o que mostra o impacto cada vez maior que esta ciência milenar originária da Índia está a ter em todo o Planeta! Para celebrar este dia, o meu site preferido de yoga online, EkhartYoga, vai oferecer aulas grátis no dia 21, incluindo a prática de 108 saudações ao Sol!! Porquê 108 (tantas!!) saudações ao Sol? Podes ler aqui, mas resumidamente, o 108 é um número auspicioso com variados significados.

Como 108 saudações ao sol parece um empreendimento para o qual é necessária alguma preparação, o EkhartYoga também preparou um programa, a começar dia 1 de junho, para desenvolver a força necessária para praticar as 108 SS no dia 21. O programa é para membros e se ainda não és membro e queres praticar yoga em casa, este é o site que eu adoro e aconselho!

Dia 21 de junho, lá estarei em frente do computador a praticar as 108 saudações ao Sol com a Esther Ekhart! Vou também adicionar o programa à minha prática a partir de 1 de junho, pois 108 saudações ao sol não é pêra doce!... E tu, como vais celebrar o Dia Internacional do Yoga?


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27/01/2015

Meditar um bocadinho todos os dias


Já escrevi inúmeras vezes sobre os benefícios da meditação e como começar a meditar. Este mês o hábito do Sea Change Program do Leo Babauta é precisamente meditar, e alterei um pouco a minha prática de meditação. Como em muitas outras coisas na minha vida, a prática de meditação existe, mas a sua frequência e intensidade são variáveis. Acontece, por exemplo, meditar mais de meia hora um dia e depois ficar 3 ou 4 dias sem meditar. Decidida a mudar isso, comecei do início e transformei a minha prática. 

Tendo em conta que é mais importante ser consistente na prática e ajuda imenso ter um trigger, um gatilho, quando queremos implementar um novo hábito, fiz as seguintes alterações:

> comecei a meditar apenas 5 minutos, todos os dias
> faço a meditação logo após beber a água com limão (é o meu trigger), em vez de fazer depois da prática de yoga (pois muitas vezes já são horas de me despachar e a meditação fica esquecida)

Desde que fiz estas alterações, há 25 dias, meditei dois terços dos dias. Os dias em que não meditei foi porque acordei mais tarde...

Em fevereiro vou aumentar o tempo para 10 minutos. Para mim é fácil meditar tão pouco tempo, pois estava habituada a meditar durante mais tempo - mas mais vale meditar pouco tempo, todos os dias, do que muito tempo de vez em quando.

Começar uma prática de meditação assusta muita gente, mas é bastante fácil. Basta sentares-te num sítio sossegado, fechares os olhos e focares-te numa coisa só (a respiração, por exemplo). Começa com 2 minutos apenas (usa um alarme - eu uso uma app no telemóvel que imita o som da taças tibetanas), e vai aumentando o tempo de forma gradual.

Queres saber mais sobre como começar a meditar? Vê estes posts:



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03/09/2014

Vlog || Jala neti, ou como eu me livrei da alergias

Bem, não me livrei completamente da minha rinite alérgica, mas a coisa melhorou bastante. Há anos que ouvia falar no jala neti, uma técnica um pouco estranha em que se enfia um bulezinho no nariz, fazendo entrar água por uma narina, que vai saindo pela outra... A primeira vez que ouvi falar disto penso que foi o Dr. Oz no programa da Oprah. Achei o máximo e mandei vir um neti pot (o bule), mas nunca consegui fazer... Até que o ano passado aprendi a técnica no curso de intrutores de yoga e agora não quero outra coisa.

O jala neti, ou irrigação nasal, é uma técnica do Yoga. Faz parte de um conjunto de várias acções de limpeza, os shatkarmas, que os yogis usavam para purificar o corpo, com benefícios não só físicos como também espirituais.

O jala neti consiste em fazer correr água morna por uma narina, que, por acção da gravidade, sai pela outra narina, usando um pequeno bule. A água deve ser fervida antes de usada. Na aplicação, a água deve estar morna e ligeiramente salgada. A medida é 1 colher de chá de sal (o mais puro possível!) para meio litro de água, para ficar à mesma concentração que os fluidos corporais (0,9%). No video mostro como executar a técnica - é fácil!

O jala neti tem inúmeros benefícios comprovados, sobretudo a nível das alergias e sinusites. A água, ao passar na cavidade nasal, remove bactérias, porcarias e muco, drena as cavidades sinusais, reduz a tendência para respirar pela boca, tem um efeito calmante e refrescante no cérebro, sendo por isso benéfico para quem sofre de dores de cabeça e enxaquecas. Também diminui a frequência e duração de constipações, reduz os sintomas da sinusite, humedece a cavidade nasal, limpa os canais lacrimais e melhora a visão, e aumenta também o olfacto e o paladar.

A primavera passada andei muito melhor das alergias - quando me sentia mais atacada fazia o jala neti e sentia logo imenso alívio. Este inverno não andei sempre entupida e ranhosa como era costume (também devido à água com limão). Um dos meus filhos, que é como eu e andava sempre cheio de ranho, este ano ficou muito melhor depois de começar a fazer o jala neti de manhã.

O jala neti já faz parte da minha rotina e é um dos meus rituais matinais mais importantes. Quando me sinto mais atacada, faço também à noite, a meio da tarde, ou quando sinto necessidade.

No video falo um bocadinho sobre a técnica e mostro como se faz. Pode ser... hum... algo nojento, mas penso que vendo é melhor para aprender do que lendo...


Eu comprei o meu neti pot (o bule) na amazon há já alguns anos, mas agora já se vende em lojas de material de yoga (por exemplo, aqui).


Experimenta e depois conta-me como correu!


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24/06/2014

Ashtanga diary

preparando eka pada sirsasana

Dia 2 da minha resolução em praticar ashtanga 5 vezes por semana - feito!

Levantei-me um pouco antes das 6h30 e antes das 7h estava no tapete. Hoje não fiz a primeira série. A verdade é que eu sou... uma rebelde do ashtanga (não sou a única). De acordo com a tradição (e esta é uma das regras do ashtanga daquelas que eu não gosto nada), o praticante só avança para a postura seguinte quando domina a postura anterior. Assim, só se começa a praticar a segunda série do ashtanga quando a primeira está bem sabida. Quando os professores levam esta regra a sério, param os alunos no asana que ainda não está bem compreendido - e não deixam o aluno avançar para o asana seguinte enquanto esse não estiver como deve ser (por exemplo, muitos praticantes ficam anos retidos no kapotasana, na segunda série...). 

No meu caso, seria parada no supta kurmasana. Quando estive em Vila Nova de Milfontes a praticar com o Tarik e a Lea, eles não me pararam e penso que não pararam ninguém - assim gosto mais! É que as posturas não vão necessariamente aumentando de dificuldade... para mim, as mais difíceis da primeira série são as do meio: bujapidasana, kurmasana e supta kurmasana.

Mas adiante. Como eu já praticava power/vinyasa flow antes de me meter no ashtanga, há muitas outras posturas que eu já fazia, que no ashtanga pertencem à segunda série, à terceira e até algumas são da quarta série (o ashtanga tem ao todo 6 séries).

Como não quero deixar de fazer estas posturas, integrei-as na minha prática. Assim, faço a primeira série toda num dia e no outro dia faço esta minha série misturada. Foi o que fiz esta manhã. Faço a segunda série até eka pada sirsasana, algumas torções da 2ª série, alguns arm balances, inversões como o pino e pincha mayurasana e posturas de equilíbrio como a árvore, o guerreiro III e natarajasana.

Foi uma excelente prática esta manhã! Não tive tempo para fazer pranayama nem meditação, mas a prática de ashtanga já é em si uma prática respiratória e meditativa... Mas à noite quero mesmo ter mais uma meia horinha para o meu sadhana. Afinal, yoga não é só posturas!


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18/06/2014

E agora comprometo-me a praticar...


Astavakrasana

Muito escrevo eu sobre hábitos, disciplina, acordar cedo, aproveitar bem o tempo... e se é verdade que faço muitas dessas coisas, também é verdade que são poucas as que faço de forma consistente. É como uma montanha-russa, com altos e baixos... numas alturas tudo corre bem, noutras as coisas descarrilam...

Uma coisa que não tenho feito da maneira que quero e que muito me tem perturbado é a prática diária de ashtanga yoga. Deve praticar-se 6 vezes por semana - e a única vez que pratiquei uma semana seguida foi quando estive neste retiro. Em casa até posso praticar todos os dias, mas nunca faço a prática completa nesses dias. E isso aborrece-me. Aborrece-me porque quando pratico como deve ser noto a diferença. Tudo corre melhor! Tenho mais energia e ando mais bem disposta. 

Então, porque é que não consigo praticar todos os dias? São estes os motivos: a prática completa de ashtanga leva cerca de 1h15 e deve praticar-se de manhã; para tal, tenho que me levantar cedo, idealmente às 6h; eu, madrugadora convicta, ando numa fase preguiçosa da minha vida e tem sido mesmo difícil sair da cama para ir praticar (porque o corpo está tão frio e rígido de manhã e as primeiras saudações ao sol custam imenso...). Isto não é desculpa, mas é um problema real com o qual tenho que lidar.

Uma das coisas que mais gosto na prática de ashtanga é a dedicação dos seus praticantes. A prática de ashtanga vinyasa yoga muda a vida do ashtangi - os horários, a alimentação, o sono, a relação consigo e com os outros. Um praticante sério de ashtanga assume um compromisso para com a prática e cumpre-o. Não há desculpas. Se for preciso levantar-se às 4 da manhã para praticar, o ashtangi fá-lo.

É isto que eu ainda não consigo. A preguiça, as desculpas, está lá tudo na hora de sair da cama para praticar.

Na verdade, eu nunca me comprometi a sério com a prática. Nunca disse seriamente a mim própria que queria dedicar-me de verdade à prática de ashtanga e torná-la uma prioridade na minha vida. É disso que eu preciso - um compromisso.

Os últimos posts da Nathalie sobre o seu projecto 108 dias para uma nova vida inspiraram-me. O meu próprio mini-curso Como acordar cedo e ter uma manhã serena inspira-me. Relatos de outros praticantes de ashtanga sobre o desafio que é manterem a sua prática diária também me inspiram. 

Resta-me pôr as coisas em prática - combater a preguiça, a procrastinação, aqueles pensamentos que surgem logo após o despertador tocar e que me dizem, de forma muito racional, que o melhor para mim é dormir mais um pouco...

Agora vem o verão e nós costumamos passar estes meses na nossa casinha na praia. Quando lá estou em alturas de trabalho, gosto (tento) acordar à hora do costume (6h), vestir-me, ir para casa e praticar, pois não consigo praticar na praia. Mas agora, aqui, perante vós, vou assumir este compromisso comigo própria:

A partir do dia 23 de Junho, vou praticar ashtanga (a prática completa!) 5 dias por semana, de segunda a sexta. Vou acordar cedo na praia, vou despachar-me e vou para casa praticar. Depois, trabalho. Sábado é dia de descanso no ashtanga e não me comprometo a praticar ao domingo porque vou estar na praia.

"You take practice" é o que dizia Guruji, Sri K. Pattabhi Jois, o guru do ashtanga vinyasa yoga. "Practice and all is coming" - tudo se resolve e tudo acontece como é suposto... se praticarmos.


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28/05/2014

Como prestar mais atenção ao longo do dia

Mindfulness, ou atenção plena, é simplesmente estar presente no momento, prestar atenção ao momento presente. O mindfulness é uma técnica budista que cada vez é mais usada hoje em dia pelos psicoterapeutas e afins. De facto, os cientistas afirmam que as vantagens de praticar a atenção plena são inúmeras e incluem mais auto-controlo, objectividade, tolerância, equanimidade, maior concentração e clareza mental, aumento da inteligência emocional, e capacidade de se relacionar com os outros e consigo mesmo com bondade, aceitação e compaixão.

Então, como praticar a atenção plena no dia a dia? Já aqui escrevi sobre o poder de parar, comer com atenção plena e várias outras formas de praticar atenção plena.

Aqui ficam mais ideias para trazer mais atenção para o nosso dia a dia...

1 || Faz uma coisa de cada vez

O multi-tasking já não está na moda, felizmente! No trabalho, em casa, na rua, faz uma coisa de cada vez - se estás a ler um livro, lê e não converses; se estás a falar com os teus filhos, ouve-os e não olhes para a televisão; se estás a trabalhar num projecto, concentra-te nele e não abras o facebook ou o email só para dar uma espreitadela rápida; se estás a andar a pé, sente o chão debaixo dos pés e não penses no que vais fazer para o jantar. Faz uma tarefa de cada vez e direcciona toda a tua atenção para essa tarefa.

2 || Toma atenção à respiração

Prestar atenção à respiração é uma das coisas mais simples e eficazes para combater a ansiedade e o stress, além de ser uma maneira rápida de voltar ao momento presente. Estamos sempre a respirar, mas fazêmo-lo de forma inconsciente. Prestando atenção à respiração, nem que seja uns 2 minutos algumas vezes ao dia, permite-nos abrandar a respiração, acalmando o sistema nervoso. 

Uma das maiores mudanças que vejo em mim desde que comecei estas práticas do yoga, meditação e afins, é na respiração, na forma como respiro. Agora respiro melhor, a minha frequência respiratória diminuiu e mesmo em situações em que ficava ofegante, como no ginásio a fazer cardio, agora não fico e assim canso-me menos. Quando estou a ficar mais nervosa ou irritada, páro e respiro profundamente - a irritação ou o nervosismo passam. Nestas situações costumo usar a respiração Ujjayi, que se usa tradicionalmente na prática de ashtanga yoga.

3 || Come em silêncio e sem distrações

Devo dizer que esta é, para mim, difícil. Quando como sozinha, ou leio ao mesmo tempo ou vejo televisão. Comer com atenção plena é olhar para a comida, pôr pouca quantidade na boca, sentir os diferentes sabores e texturas e mastigar bem antes de engolir. Comer com atenção plena permite-nos saborear melhor a comida, comer mais devagar e, assim, comer menos.

4 || Observa os pensamentos

Pára, fecha os olhos e observa o que vai na tua cabeça. Não julgues os pensamentos, não te agarres a nenhum pensamento - observa-os apenas, sem os julgares ou classificares. Assim, consegues perceber que a tua mente tem uma voz própria, que é barulhenta e dificilmente se cala, mas tu não és a tua mente e não precisas de lhe dar ouvidos sempre. Distancia-te dela, colocando-te no lugar de observador. Assim, conseguirás que os pensamentos não perturbem a tua paz interior. 

Por exemplo, quando chego ao trabalho, a minha mente costuma dizer-me que quer comer um pastel de nata ou um palmier coberto com doce de ovos e açúcar... Geralmente eu fazia-lhe a vontade e lá comprava o bolo, comia-o e ficava cheia de remorsos a seguir... Agora, na maioria dos dias, deixo a mente falar, mas distancio-me do que ela me diz e não lhe faço a vontade, porque na verdade eu não sinto fome e não tenho necessidade fisiológica nenhuma de comer um bolo naquele momento. Resumindo, não acredites em todos os teus pensamentos e não os leves demasiado a sério.

5 || Não faças nada

Não precisas estar sempre a fazer alguma coisa. Pára durante 5 minutos - vai para a rua, senta-te, elimina as distrações e não faças nada. Observa apenas o momento presente - os pássaros que cantam, o ar a entrar e a sair pelas narinas, a brisa na pele, o cheiro das flores. Vais ver que o que sentirás é gratidão pelo que tens à tua volta. O que nos traz mais felicidade são as pequenas coisas, certo?


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21/04/2014

A importância dos Moon Days, ou dias de Lua, na prática de Yoga

via

Quem pratica Ashtanga Vinyasa Yoga sabe que tradicionalmente não se pratica nos dias de Lua Cheia e Lua Nova. Os motivos são simples. Nos dias que antecedem a Lua Cheia há um aumento dos fluidos no corpo que conduzem geralmente a um aumento de energia e, consequentemente, a uma sobre-estimulação do corpo. Na Lua Nova acontece o oposto. Os fluidos diminuem, assim como a energia; as articulações ficam mais secas e a probabilidade de ocorrência de lesões é maior.

Os calendários das fases lunares são geralmente usados pelos ashtangis (praticantes de ashtanga yoga) para verificar quais os dias em que não se deverá praticar. No entanto, de acordo com Mathew Sweeney no seu livro Ashtanga Yoga As It Is, o que interessa não é o dia em que ocorre a Lua, mas sim as 24 horas antes do pico da Lua. É durante essas 24 horas que precedem o pico da Lua Cheia ou da Lua Nova que não se deve praticar.

Por exemplo, em Junho a Lua Cheia é no dia 13 às 5h11 da manhã. Não se deverá praticar nas 24 horas anteriores, ou seja, das 5h11 de dia 12 até às 5h11 de dia 13. Às 6 da manhã de dia 13 já se pode praticar, pois a Lua já passou o pico.

Olhar só para o dia da Lua não é, portanto, suficiente -  é necessário conhecer também a hora do pico das Luas Cheias e Novas.

Aqui ficam os dias e horas das fases lunares em Portugal até ao final do ano (fonte). Não se deverá praticar, portanto, nas 24 horas que antecedem essa hora.

29 Abril 07h14 (nova)

14 Maio 20h16 (cheia)
28 Maio 19h40

13 Junho 05h11
27 Junho 09h08

12 Julho 12h25
26 Julho 23h42

10 Agosto 19h09
25 Agosto 15h13

9 Setembro 02h38
24 Setembro 07h14

8 Outubro 11h51
23 Outubro 22h57

6 Novembro 22h23
22 Novembro 12h32

6 Dezembro 12h27
22 Dezembro 01h36


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