Mostrar mensagens com a etiqueta yoga - livros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta yoga - livros. Mostrar todas as mensagens

07/01/2015

Leituras para Janeiro

Tal como a Thais, também sinto que li pouco em 2014. Tenho um painel no Pinterest onde coloco os livros que leio, para não me esquecer, e este ano li 38. Em 2013 li 39. Costumava ler mais... É verdade que leio muitas outras coisas, sobretudo artigos científicos e livros para o trabalho e, agora, para o curso de psicologia, mas esses não contam para estas estatísticas...

Quero ler uma média de 1 livro por semana, e assim serão 52 no fim do ano. Por mim lia muito mais, mas tenho que estabelecer um objectivo realista. Este mês quero acabar os vários livros que comecei a ler ainda em 2013. Um tenho em papel (o do Syd Barrett) e os outros na versão kindle. Geralmente leio em papel na cama, antes de dormir, e no kindle ao longo do dia. São eles:


O olhar de vários alunos famosos sobre o guru do ashtanga vinyasa yoga, Sri K. Pattabhi Jois.

Um pequeno livro sobre mindfulness do monge zen budista Thich Nhat Hanh. 

 A vida e a obra do fundador e força motriz inicial dos Pink Floyd 
(este livro é enorme e tem umas letras muito pequeninas...)

Sobre a força de vontade. Li metade e falei sobre ele aqui. Falta-me a outra metade...

Para Fevereiro tenho uma pilha de livros em papel para atacar...




>>>>>

Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Podes também {subscrever a newsletter} e receber de oferta dois ebooks sobre organização e simplificação! 
Obrigada!!

02/09/2014

Livros de yoga - quem quer?

Um dos meus rituais de início de Ano Novo académico/escolar é destralhar - a roupa, os papéis, a louça, os livros... Tenho vários livros de yoga que comprei quando comecei a praticar, mas como agora estou plenamente dedicada ao ashtanga vinyasa yoga, alguns destes livros já não me fazem falta, mas podem ser úteis para alguém...

Separei dois livros para vender a quem estiver interessado. Em baixo estão fotos e videos do folhear das páginas de cada um...

Este, por 3 yogis (inclui envio para Portugal continental): Vendido, obrigada!



E este, por 1 yogi (inclui envio para Portugal continental): Vendido, obrigada!



Se estiveres interessada, envia-me, por favor, um email para rita.busywoman (AT) gmail.com

Namaste!


>>>>>
Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Podes também {subscrever a newsletter} e receber de oferta dois ebooks sobre organização e simplificação! Podes ainda dar uma olhadela ao meu mini-curso {Como acordar cedo e ter uma manhã serena}!
Obrigada!!

07/05/2014

Livros (e aulas) de Yoga || As minhas recomendações

Muitos leitores já me perguntaram que livros eu recomendo para quem quer iniciar-se na prática do yoga e o que não faltam por aí são livros sobre o assunto... Eu tenho muitos livros, demasiados até, mas ficam aqui algumas sugestões. Não esquecer que, em termos da minha prática física de yoga, eu pratico ashtanga vinyasa yoga, que é um estilo com características muito próprias...

Para começar, há que entender o que é o yoga. Yoga não é só as posturas físicas... isso é uma pequena parte. Se queres aprender mais sobre o que é o Yoga e os seus vários aspectos, recomendo estes três livros (eu tenho em inglês e não sei se existem traduções):

Yoga Mala, Sri K. Pattabhi Jois
Jois é o guru do ashtanga vinyasa yoga e neste seu livro ele aborda com uma linguagem muito simples e compreensível o caminho do yoga, os yamas e niyamas, e, claro, explica toda a primeira série do ashtanga yoga.



Four Chapters on Freedom, Swami Satyananda Saraswati
Este livro é um comentário aos Yoga Sutras de Patanjali. Os Yoga Sutras são, digamos, a bíblia do Yoga, um dos textos mais importantes e mais simples sobre a filosofia e a prática do yoga. Neste livro, Swami Satyananda explica cada sutra de forma muito clara (porque os Yoga Sutras são difíceis de compreender para o comum ocidental...).



Beyond Power Yoga, Beryl Bender Birch
Birch estudou ashtanga yoga na Índia com Sri K. Pattabhi Jois e divulgou a prática de ashtanga no ocidente com o nome de power yoga. Neste livro, Birch aborda as oito partes do Ashtanga ou Raja Yoga de forma simples e com muitos episódios da sua vida pessoal. É um livro mais leve que os outros dois que referi e é uma boa introdução aos vários aspectos do yoga, mas, infelizmente, não conheço traduções em português...



Em relação a aulas de yoga, o que não falta por aí são estilos, escolas e professores com todo o tipo de formação... Já referi aqui o que conheço de aulas de yoga em Faro e continuo a receber emails a perguntar onde se pode praticar yoga noutras localidades de Portugal. Como digo sempre, não conheço mesmo muito mais, porque vivo em Faro, mas para quem quiser iniciar-se na prática de ashtanga, aqui ficam dois dos melhores locais em Portugal para o fazer (que eu conheço e, claro, recomendo!):

> em Lisboa, na Casa Vinyasa, com a Isa Guitana
> em Vila Nova de Milfontes, na Herdade do Freixial, com o Tarik Van Prehn e Lea Perfetti (foi aqui que fiz o retiro que referi)


>>>>>
Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Podes também {subscrever a newsletter} e receber de oferta dois ebooks sobre organização e simplificação! Podes ainda dar uma olhadela ao meu mini-curso {Como acordar cedo e ter uma manhã serena}!
Obrigada!!

19/03/2014

Atenção plena para a Tranquilista


Ah, como eu gosto de fazer estes sketchnotes dos livros que leio e partilhar convosco!
Hoje é um livro da Kimberly Wilson, yogini, professora de yoga, escritora, empresária, uma mulher de muitas facetas que podes conhecer melhor no seu blog Tranquility Du Jour.
Já li os seus dois livros, Hip Tranquil Chick e Tranquilista, e é sobre o último que vou escrever um pouco.

Wilson cunhou o termo tranquilista como uma mulher que abraça as suas várias facetas. Tranquilista é uma mulher espiritual em busca da tranquilidade, é uma mulher criativa que adora estilo, e é uma mulher empreendedora que faz as coisas acontecer. Este livro é, então, uma espécie de guia para a Tranquilista. O livro abrange mais tópicos além daqueles quatro do meu sketchnote, mas esses foram os que me tocaram mais.

Assim, e em primeiro lugar, pois é uma coisa fundamental para ter tranquilidade e equilíbrio, é viver com atenção plena nos dias corridos de hoje. Atenção plena é a nossa tradução para mindfulness, uma técnica que já passou das práticas espirituais para a vida de muitos ocidentais e é muito usada pelos seus efeitos terapêuticos. Mindfulness, ou atenção plena, é, muito resumidamente, ter consciência do momento e não o julgar, isto é, observar o que está, o que é, mas sem julgar ou classificar (isto assim de repente parece complicado, mas abordarei melhor este assunto num post futuro).

Então, de que forma podemos viver de forma mais consciente e plena neste mundo apressado? 

> namaste; reconhecer a luz nos outros - um pequeno gesto como as mãos em posição de oração (anjali mudra) e um namaste para o nosso interlocutor trará mais harmonia que os obrigados (ou bigada, como eu muitas vezes digo) que dizemos sem pensar

> afirmações positivas; dizer coisas boas a nós próprios como "Este vai ser um dia maravilhoso" ou "Hoje sinto-me saudável e forte" - afinal, de acordo com a física quântica, nós criamos a nossa própria realidade

> escreve um diário; eu faço-o para organizar os pensamentos, para reflectir no meu dia, para arranjar soluções para problemas... tudo me parece mais simples se estiver no papel

> medita; é fácil, é barato e tem tantos benefícios, comprovados cientificamente, que devia ser prática corrente em todo o lado!

> gratidão; sermos gratos por aquilo que temos em vez de cobiçar o que outros têm torna as pessoas mais felizes e saudáveis; experimenta um jarro de gratidão e verás como é fácil reconhecer que são as pequenas coisas que fazem toda a diferença

> aromas; os aromas têm efeitos terapêuticos comprovados... investiga a aromaterapia e dá mais cheiro à tua vida!

> cria espaço; destralha a tua vida e ganha espaço, físico e mental, para o que é mais importante

> sonha; Carl Jung acreditava que os sonhos conseguem ensinar-nos coisas sobre nós próprios - afinal, todas as respostas que procuramos já estão dentro de nós

> faz um altar, uma zona de contemplação, um local dedicado ao estabelecimento da harmonia e paz interior (ou até um espaço para a prática de yoga em casa)

> passa tempo na Natureza; sai de casa, dá um passeio por um jardim, abraça uma árvore e sente a comunhão com a Terra

> entoa cânticos e mantras, desperta em ti novas emoções e envia paz para todos os seres; um dos mantras preferidos da Kimberly (e meu também) é este: locah samastah sukhino bhavantu possam todos os seres ser livres e felizes

> estabelece ritmos e rituais diários, sendo o mais importante o da manhã; começa o dia de forma serena com um ritmo matinal e terás tempo para tudo

> vive de acordo com Patanjali; segue os 8 passos para alcançar o Raja Yoga (ou Ashtanga Yoga - não confundir com o ashtanga vinyasa yoga), a iluminação: 



>>>>>
Gostaste deste post? Podes partilhá-lo usando os botões abaixo.
Não queres perder outros posts? Subscreve as actualizações do blog usando uma das opções da barra lateral.
Podes também {subscrever a newsletter} e receber de oferta dois ebooks sobre organização e simplificação! Podes ainda dar uma olhadela ao meu mini-curso {Como acordar cedo e ter uma manhã serena}!
Obrigada!!

01/07/2013

Qual yoga? Power para mim

Não sei quantos estilos/tradições de Hatha Yoga existem, mas são muitos. Ashtanga, Sivananda, Power, Vinyasa Flow, Satyananda, Anusara, Bikram, Iyengar, Kundalini, Viniyoga, Integral, Yin...

Quando comecei a praticar yoga, comecei por aulas de Vinyasa Flow e Anusara (não contando com o yoga tibetano que é um bocadinho diferente...). Ainda andei a namorar o Ashtanga yoga e apesar de gostar da prática fisicamente intensa, não me agradavam duas coisas: os cânticos e a sequência de asanas pré-definida. Li o Journey into Power to Baron Baptiste e tudo começou a fazer sentido. O Power Yoga (e a variação do Baron, Baptiste Power Yoga) é baseado no Ashtanga, mas não segue nenhuma sequência de asanas (e não mete cânticos, só uns OMs ocasionais). A influência do Ashtanga no Power yoga é clara e muitos dos principais professores de power yoga foram alunos de K. Pathabbi Jois, que desenvolveu o Ashtanga Yoga em Mysore, India.

Outra coisa que me agrada imenso no Ashtanga Yoga é a dedicação dos seus praticantes a uma prática super intensiva que supostamente deve ser feita 6 dias por semana (sábado é dia de descanso). Quando descobri o blog da Ursula, uma praticante de Ashtanga Yoga da Alemanha, quase me deixei levar novamente para esta tradição. É apaixonante ler sobre a prática diária de Ashtanga (que é coisa para mais de 2 horas), a prática dos asanas mais difíceis e os desafios que vão sendo superados. Como dizia Jois, "do your practice and all is coming".

Mas não, não me vou voltar para o Ashtanga. Onde vivo não há aulas de Ashtanga (nem de power yoga, nem de muitos outros estilos...) e eu não gosto de seguir a mesma sequência todos os dias (e sábado é dos melhores dias para praticar). No entanto, tenho que me focar mais em certos asanas. Em vez de fazer  sempre as vinyasas, tenho que praticar mais só asanas, aqueles em que agora tenho mais dificuldade. 

Uma vez, tive uma aula de yoga que foi praticamente só TrikonasanaUtthita Parsvakonasana e Ardha Chandrasana. Foi basicamente a aula toda a praticar estes asanas. Até usámos a parede como apoio e foi o máximo. Descobri que consigo chegar com a mão ao chão no Trikonasana e no Utthita Parsvakonasana, coisa que em casa nunca tinha conseguido. O professor deve ter achado que eu conseguia ir um bocadinho mais abaixo e disse-me para pôr a mão no chão, eu lá forcei um bocadinho, consegui e fiz estas posturas como nunca tinha feito em casa. No dia seguinte estava dorida, é verdade. Mas isto só mostra que conseguimos ir sempre um pouco mais além daquele que pensamos ser o nosso limite.

16/06/2013

Boa sorte, má sorte, quem sabe...

Hoje acordei entusiasmada! Era suposto ir a Almancil para uma prática intensiva de yoga. Três horas de asana, pranayama, meditação. Quando cheguei ao carro, o carro não pegava nem por nada. Estava sem bateria. Nenhuma luz tinha ficado acesa, a bateria tem pouco mais de 2 anos (se bem que já deu problemas há uns meses atrás), mas nada de pegar. E ninguém nas redondezas para ligar os cabos. O J. estava fora com os miúdos (e o outro carro). Os meus pais estavam fora. Não me pareceu bem chatear ninguém às 9 da manhã de um domingo para me dar boleia, nem ir de táxi e gastar imenso dinheiro... Voltei para casa, meia triste, com uma lágrima ao canto do olho, meia zangada, quase a ter um ataque de fúria.

Mas então lembrei-me que tudo acontece por um motivo. Devemos aceitar o que não pode ser mudado. Devemos ver sempre o lado positivo das coisas. E, mais uma vez, as coisas acontecem quando devem acontecer. E lembrei-me também do livro que estava a ler momentos antes de sair de casa, durante o pequeno-almoço, livro esse que devorei quase todo ontem, um livro fantástico que não conseguia largar. 

O último capítulo que li desse livro antes de sair de casa chama-se "Good luck, back luck!". A autora conta esta história:




Quando voltei a casa e lembrei-me que tinha acabado de ler isto, não pude deixar de sorrir. A tristeza e a fúria passaram. As coisas acontecem porque têm que acontecer, e hoje estavam reunidas todas as condições para que eu não pudesse sair de casa. Portanto, vou aproveitar este dia sozinha em casa. Vai ser um dia lento, calmo, silencioso. Vou desenrolar o meu tapete e dedicar as próximas horas à minha prática de yoga.

PS - O tal livro chama-se Finding more on the mat: how I grew better, wiser and stronger through yoga, da Michelle Marchildon. É um livro fantástico, mesmo. A Michelle passou por imensa coisa na vida (violação, cancro, casamento falhado, e até escapou a um desastre de avião) e deu a volta por cima quando começou a praticar yoga com quase 40 anos. É um livro inspirador e a escrita da Michelle é leve e cómica.

PS2 - Entendo este problema com a bateria do carro como um lembrete para levar o carro à oficina, coisa em que ando a pensar há semanas mas ainda não fiz. Está na altura de mudar a bateria e fazer a revisão e inspecção.

07/06/2013

Começa o estudo sério...

... dos textos clássicos do Yoga.

Primeiro, o Bhagavad Gita, que tenho que ler para um curso que vou fazer.


Depois, o Yoga Sutras de Patanjali.

Estou mesmo de alma e coração nisto.

06/05/2013

40 dias de yoga

Eu nunca fui muito amiga de programas ou dietas do tipo 30 dias disto, 7 dias daquilo, 4 semanas de assado. Até o dvd da Jillian Michaels, Ripped in 30, que eu adorava, não consegui cumprir. Não gosto dessas obrigações, ter que fazer isto ou aquilo durante um certo período de tempo predefinido.


No entanto, meti-me num programa de 40 dias de yoga... e estou a cumpri-lo! Comprei o livro do Baron Baptiste, 40 Days to Personal Revolution - o Baron Baptiste é um guru do yoga americano, que criou um estilo de yoga, Baptiste Power Yoga (é vinyasa flow yoga à maneira dele, muito dinâmico e aeróbico). O livro é um programa de 40 dias com sequências de yoga que mudam todas as semanas. Na primeira semana são 20 minutos de yoga e na última semana são 90 minutos. Para acompanhar o programa, no site dele estão disponíveis podcasts com as práticas semanais de yoga - é mais fácil ouvir e fazer do que ler no livro e fazer ao mesmo tempo...

Comecei a fazer este programa porque um verdadeiro yogi pratica yoga diariamente. Eu adoro fazer aulas online e no ginásio, mas sentia falta de uma prática minha, feita ao meu ritmo, que possa fazer sozinha. Queria levantar-me de manhã cedo, estender o tapete e fazer a minha prática, sem ter que ligar o computador e escolher uma aula para fazer. Claro que as aulas são importantes para aprender as ferramentas do yoga, mas como diz Kara-Leah Grant no seu livro Forty days of yoga - Breaking down the barriers to a home yoga practice, o yoga é coisa pessoal que uma pessoa faz sozinha, de acordo com as suas necessidades; quando praticamos yoga sozinhos, somos forçados a confiar em nós próprios, a ouvir o nosso professor interior, e com o tempo, aprendemos o que é preciso ser feito.

Ao longo dos últimos meses fui experimentando vários estilos de yoga e sem dúvida que o que mais me atrai é o power vinyasa yoga, que tem as suas origens no exigente ashtanga yoga, mas não segue uma sequência  fixa de asanas (posturas). De acordo com essa chave aqui em baixo, o meu estilo de yoga é mesmo o power!


Comprei então o livro do Baron Baptiste, Journey into Power, onde é apresentada uma sequência de mais de 50 asanas diferentes que ele considera serem as essenciais para uma rotina de yoga completa. A sequência toda leva cerca de 90 minutos, mas antes de me aventurar em 90 minutos de uma prática de yoga exigente, achei melhor começar devagar... e daí os 40 dias do 40 Days to Personal Revolution. As sequências vão aumentando em duração em cada semana, até aos 90 minutos na sexta semana do programa. Como as sequências vão sendo construídas tendo como base a sequência da semana anterior, acabo por saber a sequência de cor - eliminando a necessidade de computador, podcast ou livro... e assim fico com a minha prática diária de yoga (além das aulas, que ajudam imenso para corrigir o alinhamento e outros pormenores).

Há por aí yogis a lerem-me? Praticam diariamente em casa ou só nas aulas?

25/03/2013

Meditação e yoga para crianças



Desde que comecei a meditar que queria pôr os meus filhos a fazê-lo também. As vantagens da meditação são inúmeras, tanto para os adultos como para as crianças. Acalma as crianças hiperactivas, as que têm déficit de atenção conseguem concentrar-se melhor, a auto-estima e confiança são desenvolvidas e, basicamente, tal como nos adultos, a meditação torna as crianças mais felizes.
Mas pôr as crianças a meditar não é fácil. Não posso dizer-lhes para se sentarem de olhos fechados e focarem-se na respiração.
Comecei por ver vídeos no youtube que sugeriam, por exemplo, usar um animal como foco da meditação, ou seja, a criança visualiza um animal e repete, para si, o seu nome. Depois descobri o livro "Meditação para crianças" da Isabel Leal (comprei na wook), que traz um cd com meditações guiadas e ainda outras sugestões de meditações para os miúdos. Agora ponho os meus filhos a meditar com o cd. Os resultados são positivos. Um mais calmo, o outro mais concentrado. Meditam antes de ir dormir e às vezes antes de fazer os trabalhos de casa. Quero começar a fazer de manhã antes de irem para a escola. As meditações são curtas, mas até a mim me fazem bem (quando eles meditam com o cd, eu medito com eles).

Queria também iniciá-los no yoga. Em Faro não abundam aulas de yoga para crianças (nem para adultos), mas lá encontrei um sítio com uma aula com horário compatível. Eles foram experimentar. Um dos miúdos, o mais energético, veio de lá parecia outro... super calmo... Adorou a aula e quer começar a ir todas as semanas. O outro miúdo, o mais calmo, achou o yoga uma seca... Vá-se lá perceber isto... 


E tu, os teus filhos fazem yoga e meditação?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...